Grupo do 1% mais ricos emite 75,1 toneladas por pessoa por ano. Usando dados do Instituto Ambiental de Estocolmo, o dado representa 0,206 toneladas por pessoa por dia, o que significa que 10,2 diasde emissões são suficientes para usar o orçamento de 2,1t CO².
Relatório estima que consumo de emissões dos 1% super-ricos do mundo em quatro décadas provocou impacto de US$ 44 trilhões. O cálculo considera no período de 1990 a 2030 o dano econômico líquido sobre países de baixa e média-baixa.
A pesquisa mostra que os governos têm um caminho muito claro e simples para reduzir drasticamente as emissões de carbono e combater a desigualdade: mirar nos poluidores mais ricos. Nafkote Dabi, líder de Política Climática da Oxfam
Estudo considera condições definidas pela ONU. Para checar à conclusão em seu estudo, a Oxfam utilizou o Relatório de Lacuna de Emissões 2024 do PNUMA (Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente), que estima que a mediana do nível de emissões em 2030 compatível com limitar o aquecimento global a cerca de 1,5°C é de 24 GtCO². Isso equivale a aproximadamente 17,8 GtCO², com base na participação das emissões de CO² nas emissões de gases de efeito estufa em 2019 (74,1%).
De acordo com a ONU, a população global deve chegar a 8,5 bilhões em 2030. Dividindo então o nível de emissões compatível com 1,5°C para 2030 (17,8 GtCO²) igualmente por 8,5 bilhões, obtém-se a estimativa de um orçamento anual de carbono de 2,1t CO² por habitante da Terra.

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19 horas atrás
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