Smartbands e smartwatches podem ser aliados durante a Copa do Mundo 2026 ao exibir alertas de gols, notícias, horários de jogos, mensagens, alarmes e chamadas sem exigir que o celular esteja sempre em mãos. Além das notificações, esses dispositivos também reúnem recursos de saúde, treino e bem-estar, o que amplia o uso para além das partidas. Pensando nisso, o TechTudo reuniu 5 modelos que vão de smartbands mais simples a smartwatches com GPS, NFC, suporte a aplicativos e integração com Android ou iPhone.
A Samsung Galaxy Fit 3 é a opção mais barata da seleção, por R$ 238 na Amazon, e funciona como uma smartband de entrada para notificações, monitoramento esportivo básico e integração com celulares Samsung. No outro extremo, o Apple Watch SE 3 GPS aparece por R$ 2.339 no Mercado Livre e entrega integração com iPhone, Always On Display, chip S10 e desempenho próximo ao dos modelos mais caros da Apple. Os preços citados no texto foram verificados durante a apuração da matéria, no mês de maio de 2026.
Smartwatches e smartbands podem ajudar a acompanhar alertas de gols, horários de jogos e notificações durante a Copa do Mundo da FIFA 2026™ — Foto: Letícia Rosa/TechTudo Smartwatches para acompanhar a Copa 2026: veja os modelos da lista
- Samsung Galaxy Fit 3 – smartband de entrada com notificações, tela AMOLED e integração com celulares Samsung
- Huawei Band 11 – smartband com tela AMOLED de alto brilho, boa promessa de bateria e recursos de saúde
- Huawei Watch Fit 4 – smartwatch com GPS integrado, tela ampla e modos esportivos variados
- Samsung Galaxy Watch 8 – modelo com Wear OS, Gemini, NFC e integração com apps do Google
- Apple Watch SE 3 GPS – opção para iPhone com Always On, chip S10 e desempenho próximo aos modelos premium da Apple
Como escolhemos os smartwatches?
A seleção considera modelos que ajudam o usuário a acompanhar notificações, alertas e compromissos durante a Copa do Mundo da FIFA 2026. Foram avaliados pontos como preço, tipo de produto, tamanho e brilho da tela, autonomia de bateria, compatibilidade com Android ou iPhone, presença de GPS, NFC, microfone, alto-falante e suporte a aplicativos. Também levamos em conta análises técnicas e reviews publicados por veículos especializados, priorizando testes do TechTudo quando disponíveis.
A escolha de um bom smartwatch depende do tipo de uso esperado. Quem quer apenas receber notificações pode se satisfazer com uma smartband mais simples, enquanto usuários que pretendem atender chamadas, usar apps, registrar treinos com mais precisão ou fazer pagamentos por aproximação devem buscar modelos mais completos.
O que um bom smartwatch deve ter?
- Tela com boa leitura: brilho alto e tamanho suficiente ajudam a visualizar alertas, mensagens e informações rápidas. A informação do brilho está em nits.
- Notificações confiáveis: o relógio deve exibir avisos de aplicativos, chamadas, alarmes e lembretes sem atrasos perceptíveis.
- Bateria compatível com a rotina: modelos com autonomia maior reduzem a necessidade de recarga frequente.
- Compatibilidade com o celular: é importante verificar se o smartwatch funciona bem com Android ou iPhone, já que alguns recursos dependem do sistema.
- Recursos extras conforme o perfil: GPS, NFC, microfone, alto-falante e suporte a aplicativos tornam o uso mais completo, mas costumam aparecer em modelos mais caros.
- Funções de saúde e treino: monitoramento de sono, frequência cardíaca, estresse e atividades físicas ampliam o uso do relógio para além das notificações.
Lançada no Brasil em fevereiro de 2024, a Samsung Galaxy Fit 3 é a opção mais básica da lista e se posiciona mais como uma smartband do que como um smartwatch. Com tela AMOLED de 1,6 polegada, resolução de 256 x 402 pixels, Bluetooth 5.3 e peso de 36,8 gramas, ela atende quem busca um dispositivo leve para usar o dia todo e receber alertas rápidos no pulso.
Galaxy Fit 3 — Foto: Reprodução/Taís Aparecida Na proposta da lista, a Fit 3 funciona melhor para quem quer acompanhar notificações da Copa 2026 de forma simples, com o celular por perto. Ela pode exibir alertas de aplicativos, chamadas e alarmes no pulso, mas não tem conexão própria; por isso, depende do smartphone via Bluetooth para manter esses recursos ativos.
O perfil de uso também é voltado ao monitoramento básico de saúde e atividades físicas. Segundo o review da jornalista Taís Aparecida para o TechTudo, a pulseira registra passos, sono, batimentos cardíacos, estresse, oxigenação sanguínea, ciclo menstrual e mais de 100 modalidades esportivas. Nos testes, o monitoramento de sono foi um dos recursos mais elogiados, enquanto os modos de treino levantaram dúvidas sobre precisão em gasto calórico e detecção automática de atividades.
Pelo aplicativo Samsung Health, é possível acessar dados detalhados de sono e treinos, que são os recursos que mais utilizo. O app também reúne informações sobre consumo de água, estresse, batimentos cardíacos, oxigenação sanguínea e outros indicadores de saúde.
— Por Taís Aparecida, para o TechTudo
A tela foi um ponto positivo na análise, com boa definição, cores vibrantes e opções de personalização de mostradores e widgets. A limitação aparece sob sol forte, quando a leitura de informações mais detalhadas pode ficar prejudicada. A autonomia também ficou abaixo do prometido: embora a Samsung fale em até 13 dias de bateria, o TechTudo registrou cerca de cinco dias de uso real.
A Galaxy Fit 3 é uma smartband que ainda vale a pena, mesmo após quase dois anos de lançamento. O dispositivo oferece preço acessível para um produto da Samsung e reúne recursos muito úteis para monitoramento de treinos, sono e atividades do dia a dia. Para quem utiliza smartphones da marca, a experiência é ainda melhor graças à integração entre os dispositivos.
— Por Taís Aparecida, para o TechTudo
Com nota 4,2 de 5 no review do TechTudo, a Galaxy Fit 3 aparece como uma alternativa acessível para notificações e monitoramento esportivo básico, mas com limitações importantes para quem espera recursos de smartwatch mais completo, como GPS, NFC e microfone. A smartband sai por R$ 238 na Amazon. Vale ressaltar que ela só funciona com celulares Android.
- Prós: tela AMOLED com boa definição; uso leve e confortável; boa integração com celulares Samsung; monitoramento de sono elogiado;
- Contras: bateria abaixo do prometido; não tem GPS, NFC nem microfone; precisão irregular em alguns treinos; leitura prejudicada sob sol forte.
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A Huawei Band 11 ocupa praticamente o mesmo espaço da Galaxy Fit 3 nesta lista: é uma smartband, não um smartwatch completo, pensada para quem quer gastar pouco e concentrar no pulso alertas, registros de saúde e acompanhamento de exercícios. A diferença é que o modelo da Huawei é mais recente, de 2026, e aposta em uma tela AMOLED de 1,62 polegada com brilho máximo de 1.500 nits, ponto que pode pesar para quem costuma consultar notificações em ambientes muito iluminados.
Para a Copa 2026, o uso é parecido com o da pulseira da Samsung: receber avisos de chamadas, mensagens e aplicativos enquanto o celular está por perto. A Huawei Band 11 não tenta substituir o smartphone nem permite instalar apps de terceiros, então o foco está em consultas rápidas, como conferir alertas de jogos, lembretes e notificações sem tirar o telefone do bolso.
A análise de ficha técnica do TechTudo destaca que a pulseira traz recursos de saúde mais completos para a categoria, com monitoramento de sono, batimentos cardíacos, oxigenação do sangue, variabilidade da frequência cardíaca, ciclo menstrual, estresse e humor. Nos exercícios, são mais de 100 modalidades esportivas, o que coloca o modelo como alternativa para quem quer registrar treinos casuais ou frequentes, sem depender de métricas avançadas.
Em bateria, a Huawei promete até 14 dias de uso moderado ou oito dias em uso intenso, contra até três dias com o Always On Display ligado. A resistência 5 ATM permite uso em piscina e águas tranquilas, desde que dentro das condições indicadas pela fabricante. O peso de 17 gramas também reforça o perfil de pulseira para uso contínuo, inclusive durante o sono.
A pulseira tem design retangular e espessura de apenas 8,99 mm, a mesma da Huawei Band 10. O peso de 17 gramas é ideal para quem busca um acessório confortável durante treinos ou para monitorar o sono.
— Por Pedro Cardoso, para o TechTudo
Assim como a Galaxy Fit 3, a Huawei Band 11 abre mão de GPS integrado e NFC. A ausência desses recursos limita o produto para corrida ao ar livre com rota precisa e pagamentos por aproximação, mas mantém a proposta de smartband acessível. Pelo conjunto, o TechTudo avalia o modelo como uma opção equilibrada para quem prioriza tela, autonomia e recursos de saúde, embora o avanço sobre a Huawei Band 10 seja discreto. Ele sai por R$ 284 na Shopee.
- Prós: tela AMOLED com brilho alto; boa promessa de bateria; recursos de saúde variados; mais de 100 modos esportivos;
- Contras: sem GPS integrado; sem NFC; sistema fechado; avanço discreto sobre a geração anterior.
O Huawei Watch Fit 4 marca um salto em relação às smartbands mais baratas da lista. Em vez de atuar apenas como pulseira de apoio, ele já reúne recursos de smartwatch, como GPS próprio, microfone, alto-falante e tela maior para leitura de notificações. O modelo chegou ao Brasil em junho de 2025 e traz painel AMOLED de 1,82 polegada, resolução de 480 x 408 pixels e brilho máximo de 2.000 nits.
Durante a Copa 2026, a principal vantagem está na tela ampla e brilhante. Ela permite conferir alertas de aplicativos, chamadas e mensagens com mais conforto do que em modelos menores, especialmente em ambientes externos. No teste do 4gnews, o display manteve boa leitura mesmo sob sol, ponto útil para quem acompanha placares, lembretes de jogos ou notificações ao longo do dia.
O pacote também muda para quem treina. O GPS integrado registra rotas em corridas e caminhadas sem exigir o celular por perto, enquanto as mais de 100 modalidades esportivas incluem atividades aquáticas, como remo, rafting, vela, surf, canoa e caiaque. No review do 4gnews, o relógio apresentou localização precisa em caminhada e mostrou métricas como distância, velocidade média, cadência, passos, ganho de elevação e descidas.
Segundo a Huawei, o Watch Fit 4 é leve devido à estrutura em liga de alumínio — Foto: Ana Letícia Loubak/TechTudo No uso diário, o conforto foi um dos pontos elogiados. O relógio pesa 27 gramas, tem 9,5 mm de espessura e pulseira em material emborrachado, combinação que ajuda no uso contínuo, inclusive durante o sono. A tela grande facilita a visualização, mas pode não agradar quem tem pulso fino.
O relógio ainda possui o seu próprio GPS, que, além de não depender do celular, pode aumentar a precisão no acompanhamento dos treinos físicos. Ele pode rastrear, em tempo real, atividades como corrida e ciclismo, além de traçar toda a rota percorrida pelo atleta, como observado no teste do TechTudo.
— Por Pedro Cardoso e Amanda Zola, para o TechTudo
Em saúde, a análise da ficha técnica do TechTudo, cita monitoramento de sono, frequência cardíaca, oxigenação do sangue, ciclo menstrual, exercícios de respiração e bem-estar emocional. O 4gnews também destacou a precisão do modo de bem-estar emocional e os sete dias de bateria em uso típico, com monitoramento de sono e duas caminhadas com GPS ativo. O NFC existe apenas na versão cinza, e o sistema fechado não permite instalar apps de terceiros. Sai a partir de R$ 899 na Magazine Luiza.
- Prós: GPS integrado; tela AMOLED grande e brilhante; boa leitura ao sol; sete dias de bateria em uso típico; mais de 100 modalidades esportivas;
- Contras: sistema fechado; NFC restrito à versão cinza; tela grande pode não agradar quem tem pulso fino; há aquecimento durante a recarga, segundo o review.
Depois de três modelos mais voltados a alertas e treinos, o Galaxy Watch 8 entra como uma opção para quem quer usar o relógio quase como uma extensão do celular. O aparelho, apresentado em julho de 2025, roda Wear OS 6 com One UI 8 Watch. A ficha inclui processador Exynos W1000, 2 GB de RAM, 32 GB de armazenamento, GPS, NFC, Wi-Fi, Bluetooth 5.3 e versões com LTE. No review do repórter Luã Souza, do TechTudo, recebeu nota 4,4 de 5.
A tela é um dos pontos que aproximam o modelo do tema da lista. O painel Super AMOLED chega a 3.000 nits de brilho e, nos testes do TechTudo, manteve boa leitura em ambientes internos e ao ar livre. Isso ajuda em consultas rápidas durante a Copa 2026, como notificações de jogos, mensagens, placares e lembretes, sem depender de uma tela pequena como nas smartbands.
Menu de aplicativos do Galaxy Watch 8 — Foto: Ana Letícia Loubak/TechTudo O uso diário também é mais amplo por causa do sistema. O TechTudo conseguiu responder mensagens e gravar áudios no WhatsApp, consultar Gmail e Outlook, ouvir músicas no Spotify e YouTube Music e usar pagamentos por aproximação com Google Wallet e Samsung Wallet. O relógio ainda tem microfone eficiente para chamadas e áudios, desde que esteja conectado nas condições exigidas por cada recurso.
Outro avanço está na integração com o Gemini, assistente de IA do Google. Durante o teste, o recurso respondeu comandos por voz para criar lembretes, pesquisar informações, interagir com Agenda, Gmail e Maps e responder e-mails. Para quem pretende acompanhar a rotina de jogos, esse tipo de função pode ajudar a organizar alertas e compromissos direto pelo pulso.
Em saúde e exercícios, o Galaxy Watch 8 reúne ECG, bioimpedância, análise de antioxidantes, monitoramento de sono, estresse, frequência cardíaca e treinos. Nas atividades ao ar livre, o TechTudo apontou boa precisão em caminhada, com registro de trajeto, tempo, velocidade média, gasto calórico e recomendação de ingestão de água.
O Galaxy Watch 8 vale a pena para quem busca um smartwatch completo, com ótima integração ao ecossistema do Google — especialmente com celulares Galaxy — e ampla compatibilidade de aplicativos.
— Por Luã Souza, da Redação
A ressalva principal está na bateria. A Samsung promete até 30 horas com o Always On Display ativado, mas o consumo foi alto no uso intenso: em uma hora de treino com monitoramento e música pelo YouTube Music, a carga caiu cerca de 20%, mesmo com economia de energia ligada. Por isso, o modelo atende melhor quem prioriza aplicativos, pagamentos, chamadas e sensores avançados do que quem procura vários dias de autonomia. Ele sai por R$ 1.499 no Mercado Livre.
- Prós: tela Super AMOLED com brilho alto; boa integração com apps do Google; GPS, NFC e versões com LTE; Gemini integrado; sensores avançados de saúde
- Contras: bateria abaixo do esperado; alguns recursos dependem de internet ou pareamento; funções avançadas de saúde podem ter limitações fora de celulares Galaxy.
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Fechando a lista como o modelo mais caro, o Apple Watch SE 3 GPS é voltado a quem usa iPhone e quer entrar no ecossistema da Apple sem partir para os modelos Series 11 ou Ultra 3. O relógio foi anunciado em setembro de 2025 e aparece por R$ 2.339 no Mercado Livre. Segundo o TechRadar, ele mantém o visual clássico da linha SE, mas passa a trazer Always On Display, chip S10 e desempenho próximo ao dos modelos mais avançados da marca.
Na rotina da Copa 2026, o principal ganho está na integração com o iPhone. A tela Retina OLED com Always On permite conferir alertas sem levantar o pulso, o que ajuda em lembretes de jogos, mensagens e avisos rápidos ao longo do dia. O modelo está disponível em versões de 40 mm e 44 mm, tem construção em alumínio e usa vidro Ion-X, que ficou mais resistente em relação ao SE 2, segundo o review. O brilho máximo de 1.000 nits, porém, fica abaixo do visto em modelos premium e pode dificultar a leitura sob sol direto.
O chip S10 foi um dos pontos mais elogiados na análise. O TechRadar afirma que o SE 3 roda o watchOS 26 com fluidez, abre aplicativos rapidamente e entrega desempenho no mesmo nível do Apple Watch Series 11 e do Ultra 3. O modelo também recebeu gestos como Double Tap e Wrist Flick, úteis para executar ações rápidas sem navegar tanto pelos menus, além de manter recursos como chamadas, reprodução de áudio e uso de apps do sistema.
Em saúde e atividade física, o SE 3 cobre os recursos principais: monitora frequência cardíaca, envia alertas de ritmo irregular, acompanha treinos, registra sono e traz o novo Sleep Score, que dá uma nota para a qualidade do descanso. Também há sensor de temperatura para acompanhamento do ciclo menstrual. A lista de ausências inclui ECG, medição de oxigenação no sangue, notificações de hipertensão e detecção de apneia do sono, recursos reservados a modelos mais avançados.
A bateria continua exigindo atenção. A Apple informa até 18 horas de uso, ou até 36 horas no modo de pouca energia. No teste do TechRadar, o relógio durou um dia inteiro com uso moderado e monitoramento de sono, mas ainda pede recarga diária ou quase diária. O carregamento rápido ajuda: a carga chegou a cerca de 30% em 15 minutos e levou perto de uma hora para sair de 0% a 80% no teste. No Mercado Livre, sai por R$ 2.339.
- Prós: desempenho próximo aos Apple Watches mais caros; Always On Display; boa integração com iPhone; monitoramento de sono com Sleep Score; carregamento rápido;
- Contras: não tem ECG, oxigenação no sangue, alertas de hipertensão nem detecção de apneia do sono; brilho menor que o de modelos premium; design mais antigo; bateria ainda exige recargas frequentes.
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Nota de transparência: o TechTudo mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, o TechTudo pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes ao mês de maio de 2026.

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