O vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) disse nesta segunda-feira (30) que a sua participação na chapa eleitoral só será definida nas convenções partidárias, em agosto deste ano.
"A gente não escolhe como servir na vida pública. A vida pública é que nos escolhe como poder servir", afirmou o pessebista quando jornalistas perguntaram se ele pretendia concorrer novamente à vice-presidência.
A manutenção de Alckmin na vaga de vice não é unanimidade dentro do PT. Parte do partido, que lidera a coalizão governista, defende ampliar a chapa colocando um nome do centrão na chapa.
Em fevereiro, o ministro da Educação, Camilo Santana, defendeu entregar a vice para um nome do MDB. Neste domingo (29), o presidente do PT de São Paulo, Kiko Celeguim, argumentou em favor da vaga de vice para Gilberto Kassab, presidente do PSD.
"Para ganhar a eleição, precisamos de Kassab e Geraldo [Alckmin] nas posições corretas", disse Celeguim à Folha. "Kassab na vice de Lula e Geraldo em São Paulo", acrescentou.
Por outro lado, o presidente do PT nacional, Edinho Silva, sinaliza manter Geraldo Alckmin na vaga de vice. "Penso que as alianças com o PSD e MDB serão construídas nos estados. Não creio em aliança nacional com esses partidos, temos que respeitar as contradições".
Subsídio ao diesel pode ser estendido, diz Alckmin
Em evento neste sábado (28), o vice-presidente disse esperar que a guerra no Irã dure por volta de 60 dias, mas afirmou que os subsídios ao diesel implementados pelo governo podem ser estendidos caso o conflito se prolongue.
"Tudo isso é transitório. Esperamos que se resolva em 60 dias essa questão da guerra, que é uma tragédia", disse o vice-presidente. "Se precisar até pode prorrogar."
No último dia 12, o governo federal editou medida provisória que zera impostos federais sobre o óleo diesel, estabelece o pagamento de subvenção a produtores e importadores e institui um imposto de exportação de petróleo.
O anúncio foi feito como uma resposta ao aumento de preços dos combustíveis causado pela guerra no Irã, que pressiona as cotações do petróleo. Com as medidas, o governo estima redução de R$ 0,64 no litro do diesel vendido na bomba.
"Eu tenho confiança de que os estados venham participar, porque nós precisamos garantir que o preço não suba e, principalmente, garantir abastecimento", afirmou o vice-presidente nesta segunda, durante evento em Manaus, se referindo à proposta do governo de zerar também o ICMS (Imposto sobre Circulação de Bens e Mercadorias) do diesel, com custos repartidos entre União e estados.
"Na hora que cair o preço do barril do petróleo, óbvio que cai essa questão [isenções e subsídio], porque ela é transitória", disse Alckmin.

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