No Brasil, o agronegócio é apontado como o principal beneficiado. O setor ganha mais acesso ao mercado europeu, mas produtos como carne bovina, frango, arroz, mel, açúcar e etanol terão limite de vendas sem impostos.
Alguns produtos europeus podem ficar mais baratos no Brasil. É o caso de vinhos, queijos, azeite e chocolate. Outras mercadorias não terão redução nas tarifas, como muçarela, creme de leite e leite condensado.
O acordo prevê exigências sanitárias e ambientais para mercadorias brasileiras entrarem na União Europeia. Os bens não podem ter relação com desmatamento ilegal, por exemplo. O descumprimento das normas pode levar à suspensão do pacto.
Os dois blocos podem suspender a isenção de tarifas em caso de danos. Se a entrada excessiva de produtos estrangeiros prejudicar o desenvolvimento de setores locais, os países podem pedir restrições no corte de impostos.
Pontos sensíveis
O Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) aponta riscos para alguns setores industriais brasileiros com a nova concorrência externa. Especialistas ouvidos pelo UOL dizem que o Brasil precisa criar políticas públicas para evitar problemas e aproveitar as novas oportunidades. Do contrário, alertam para riscos de alta dependência de commodities, desemprego e problemas econômicos.

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