Os aeronautas estão preocupados com o avanço do projeto que permite que empresas estrangeiras operem voos para a amazônia. A categoria critica a cabotagem aérea e diz que a medida vai reduzir os postos de trabalho, além de colocar a segurança dos passageiros em segundo plano.
O projeto foi aprovado nesta quarta-feira (22) na Câmara dos Deputados e, agora, será analisado pelos senadores. O Sindicato Nacional dos Aeronautas tentou emplacar uma emenda que obrigasse as empresas a operar com funcionários brasileiros e sob a regra trabalhista daqui.
Segundo o presidente da entidade, Tiago Rosa, a medida garantiria mais segurança aos passageiros porque a fiscalização seria feita sob o rigor das regras da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil).
"Há muitas empresas ‘piratas’, que operam de qualquer jeito e colocam a segurança do passageiro em segundo plano. O risco é grande", afirmou ao Painel.
O sentimento na categoria é de revolta. Isso porque vários projetos de interesse dos aeronautas estão engavetados, sem previsão de discussão no Congresso, como a aposentadoria especial.
Agora, o objetivo é tentar aprovar no Senado a emenda rejeitada na Câmara. Os aeronautas já dão a aprovação do projeto como certa, porque conta com o apoio de parlamentares nortistas, como o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP).
O argumento dos defensores da proposta é que a medida vai fomentar o transporte na região, além de baixar o preço das passagens, que é mais alto que a média nacional atualmente.

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