Dirigentes da Federação da Agricultura do Estado (Farsul) e da Federação dos Trabalhadores na Agricultura no RS (Fetag-RS) participaram de uma longa reunião nesta terça-feira (22) com representantes do Banco do Brasil, Banrisul e Sicredi para trocar informações e consolidar a situação financeira dos produtores rurais gaúchos. A ideia é buscar um caminho para a recomposição do endividamento, provocado por sucessivas estiagens e agravado pelas enchentes do ano passado.
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Dirigentes da Federação da Agricultura do Estado (Farsul) e da Federação dos Trabalhadores na Agricultura no RS (Fetag-RS) participaram de uma longa reunião nesta terça-feira (22) com representantes do Banco do Brasil, Banrisul e Sicredi para trocar informações e consolidar a situação financeira dos produtores rurais gaúchos. A ideia é buscar um caminho para a recomposição do endividamento, provocado por sucessivas estiagens e agravado pelas enchentes do ano passado.
Conforme o diretor vice-presidente da Federação da Agricultura do Estado (Farsul), Domingos Velho Lopes, o encontro, realizado na sede da entidade, foi "produtivo, eficiente e aberto". Isso permitirá chegar a um consenso sobre a forma de apresentar ao Ministério da Fazenda o cenário que envolve pequenos produtores, atendidos pelo Programa nacional de Apoio à Agricultura Familiar (Pronaf), médios, que se utilizam do Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp), e produtores de grande porte.
“Estamos fazendo o levantamento e a unificação de informações para que tanto o sistema financeiro quanto o sistema produtivo e, provavelmente serão disponibilizados ao Executivo e ao Legislativo de todos os partidos, para que possamos falar a mesma linguagem, em cima de parâmetros unificados. E dessa forma montar as políticas a serem adotadas, sugeridas ao governo federal, para que possa dar a possibilidade do andamento do alongamento do endividamento do setor produtivo em todas as esferas”.
A reunião é uma das etapas dos encaminhamentos estabelecidos na semana passada, no Ministério da Fazenda, quando o secretário de Política Econômica da Fazenda, Guilherme Mello, avisou que a suspensão das cobranças será limitada e condicionada à elaboração de um diagnóstico detalhado sobre as perdas. Após a consolidação das informações, um novo encontro ocorrerá em Brasília.
O dirigente destacou, entretanto, a preocupação com o prazo para a definição e implementação de medidas em apoio aos produtores, uma vez que o vencimento das primeiras parcelas dos contratos de custeio e pré-custeio contraídos do ano passado é próximo. E ainda há o passivo de outros alongamentos desde 2022. Lopes acrescentou que é preciso dar celeridade à apuração dados técnicos.
Também nesta terça-feira, uma audiência pública na Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados, proposta pelo gaúcho Affonso Hamm (PP/RS), contou com a participação de produtores e buscou reforçar o apelo por socorro ao setor. Na pauta estiveram a securitização das dívidas e a busca de alternativas para salvar o agronegócio gaúcho.

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