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Alckmin defende Pix após EUA acusarem sistema de barreira ao livre comércio

Geraldo Alckmin rebateu relatório de órgão do governo dos EUA, segundo o qual o Pix, criado pelo Banco Central do Brasil,  tem tratamento preferencial em detrimento de provedores estrangeiros de serviços financeiros
Geraldo Alckmin rebateu relatório de órgão do governo dos EUA, segundo o qual o Pix, criado pelo Banco Central do Brasil, tem tratamento preferencial em detrimento de provedores estrangeiros de serviços financeiros Imagem: Foto: Cadu Gomes/VPR

O vice-presidente e ministro do MIDC (Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços), Geraldo Alckmin, defendeu o Pix, meio de pagamento instantâneo criado pelo Banco Central do Brasil, após órgão do governo dos Estados Unidos apontar o sistema como um exemplo de barreira comercial.

O que aconteceu

Vice-presidente rebate relatório dos Estados Unidos que cita Pix como exemplo de barreira ao livre comércio. O ministro do Desenvolvimento defendeu o Pix da acusação, feita por um relatório de um órgão de governo dos Estados Unidos, de ser um sistema que prejudica o acesso de empresas financeiras de outros países ao mercado brasileiro. "O Pix é um sucesso. Não existe nenhum problema em relação ao Pix. É só esclarecer", afirmou, em conversa com jornalistas hoje, ao se despedir da pasta.

Relatório anual do Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês) apontou o Pix como exemplo de barreira ao livre comércio. O documento dos Estados Unidos afirma que o Banco Central "criou, detém, opera e regula" sistema de pagamentos instantâneos. Segundo o material, esse modelo de negócio dá tratamento preferencial à plataforma pública em detrimento de provedores estrangeiros de serviços financeiros.

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