A exoneração de aliados de Guilherme Derrite, ex-secretário de Segurança Pública de São Paulo, gerou nova rusga do bolsonarismo com o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos).
Aliados do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato a presidente, viram no movimento um novo ataque de Tarcísio. Nesta quarta-feira (14), ao menos 14 pessoas ligadas a Derrite na estrutura da pasta foram afastadas, por ordem direta do governador.
Derrite era o último remanescente bolsonarista no secretariado de Tarcísio até deixar o cargo, no final do ano passado. Ao tirar indicados dele da pasta, o sinal é de rompimento e até traição, diz uma pessoa próxima a Flávio.
A situação é agravada pelo fato de o coronel Henguel Ricardo Pereira, então secretário-Chefe da Casa Militar, ter assumido a secretaria-executiva da Segurança nesta segunda (2). Ele é desafeto declarado de Derrite.
Em tese, o atual secretário de Segurança, Osvaldo Nico, é um homem próximo de Derrite, tendo sido seu número 2 na pasta. Após as exonerações, no entanto, a relação entre ambos ficou estremecida, segundo um observador.
Derrite reassumiu o mandato de deputado federal e deve ser candidato ao Senado pelo PP.
No mês passado, o partido ameaçou romper com Tarcísio, mas houve uma reaproximação nos últimos dias.
As repercussões desse movimento teriam pesado para a decisão do governador de impor as mudanças na pasta, no entanto.

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