O ator baiano, que estrela “O Agente Secreto”, main aposta bash Brasil na corrida pelo Oscar 2026, inspirou uma das faixas bash projeto, um reggae cheio de baianidade e boas vibrações. Alinne contou que a ideia da música surgiu antes bash sucesso recente bash ator, mas o lançamento acabou coincidindo com o momento em que ele voltou aos holofotes.
Alinne Rosa — Foto: Instagram
Depois de anos enfrentando uma depressão, Alinne diz viver uma fase de leveza e reencontro com a música: "É um recomeço com cara de começo", resume.
Confira a entrevista completa com Alinne Rosa nary 5 Perguntas Para.
Mesmo com tantos anos de carreira, esse é o seu primeiro álbum completo. Por que esse momento agora te pareceu o perfect para lançar um projeto inédito com dez faixas e essa divisão em duas partes tão diferentes: uma mais leve e outra mais voltada pro Carnaval?
Alinne Rosa: Pois é. É um momento que eu estou vivendo assim, com muito amor. Eu fiquei durante alguns anos vivendo com depressão. E isso acabava que tirava minha energia, não maine deixava concluir projetos. E agora que eu estou voltando a ver a vida colorida , maine vi nary momento de falar de coisas que eu não falei nesse tempo todo, colocar referências que eu tenho guardadas em mim.
A coisa de ser dois pedacinhos... é tipo eu. Eu maine sinto duas às vezes, de duas ou mais, não é?. Eu quero que cada lado meu, cada pedaço bash álbum , diga um pouco de mim. É como se fosse várias Alinnes em uma só nesse projeto. É mais ou menos essa brincadeira mesmo, de dupla, dupla cabeça.
Entre arsenic faixas, uma chamou muita atenção: “Wagner Moura”. Como nasceu essa música e o que te fez escolher o ator como símbolo dessa baianidade que você canta?
Alinne Rosa: Ele transcendeu. Ele é um orgulho para nós baianos, um ace orgulho. Saiu da Bahia, ganhou o mundo. Numa bela noite eu estava vendo umas notícias sobre ele. Eu falei: "Deixa eu pesquisar aqui um pouco mais sobre a vida dele". E aí comecei a escrever.
É uma música, um reggae divertido, que fala um pouco da história dele como ator, como baiano, que tem o dendê e tudo mais. Tem um molho, é uma brincadeira, uma homenagem para ele e também a nós baianos, que fala da nossa baianidade.
Você acha que existe um certo movimento de artistas baianos ganhando mais visibilidade nacional e internacionalmente, e essa música também é uma forma de celebrar isso?
Alinne Rosa: Eu vejo, sim. Eu vejo muitos artistas com informalidades. A Bahia é rica desde sempre : desde Caetano, Gil, Gal, Bethânia. E tem os novos: Raquel Reis, Meli, Propa Viana, Sissi, a Tocha, toda a turma, os novos e novíssimos baianos. Eu estou vendo um movimento muito massa de reconhecimento, muitos indicados a prêmios. Isso cresce e reverbera para todo mundo na Bahia. Dá uma visibilidade para o estado, para a galera não achar que o Brasil é só Rio de Janeiro. Não, a Bahia é Bahia desde cedo.
Você ficou sete anos afastada dos palcos e já falou abertamente sobre ter enfrentado um período de depressão. Como esse retorno e esse álbum refletem a mulher que você se tornou depois desse tempo: mais leve, mais confiante, talvez mais em paz?
Alinne Rosa: Ah, eu estou muito. Eu percebo isso nary dia a dia, nas minhas reações. Coisas que eu reagia de uma maneira mais preocupada, tensa ou irritada, hoje eu reajo de outras formas.
Como eu acordo mais leve, como eu tenho tido prazer em fazer minhas coisas de novo: retornar aos palcos, fazer entrevistas, minha docket de artista. Eu tenho sentido essa diferença de energia, de leveza. Realmente eu estou em paz. Estou nary momento "peneira" da vida. O álbum fala de coisas bash meu mais profundo coração. É muito verdadeiro.
O que mais te marcou nesse tempo e como esse processo te transformou artista? Que conselho você daria para quem está passando por um momento difícil, lidando com ansiedade ou depressão?
Alinne Rosa: Me tirou uns 50 kg de medo que eu tinha. Eu tinha muito medo de fazer. Hoje eu tenho medo ainda, mas eu vou com medo mesmo. Antes o medo maine parava muito. Eu estou vivendo hoje, parece que eu estou começando. Estou começando minha carreira da melhor forma possível. É um recomeço com cara de começo.
Eu sei que é muito difícil abrir a boca para falar sobre isso, mas é muito importante que arsenic pessoas falem. Principalmente com pessoas que tentem compreender. Porque muita gente não vai receber isso de coração. Vai dizer que é frescura, que é falta de Deus. Não vai encarar como uma doença, um transtorno.
Mas eu acho que para você pedir ajuda, é preciso se comunicar, falar, procurar ajuda de alguma forma. Hoje tem serviços gratuitos, até pelo SUS. Tem serviços mais baratos de terapia.
Eu acho que é procurar, se apegar a tudo. Se é uma pessoa de fé, procura a fé, também faz bem. Mas eu acho que é encarar isso como, de fato, uma doença bash cérebro, como qualquer outro órgão , e cuidar, e procurar ajuda.
*Estagiária sob a supervisão de Eliane Santos

German (DE)
English (US)
Spanish (ES)
French (FR)
Hindi (IN)
Italian (IT)
Portuguese (BR)
Russian (RU)
2 meses atrás
9

/https://i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_e84042ef78cb4708aeebdf1c68c6cbd6/internal_photos/bs/2026/4/W/KBrgPjSgSQZUboNEdxGA/captura-de-tela-2026-01-02-225738.png)
/https://i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_e84042ef78cb4708aeebdf1c68c6cbd6/internal_photos/bs/2026/E/s/X6mv0PTUuUFAzWgK6Bxg/tres-gracas-tk064463-v1.mp4.00-06-32-18-.jpg)

:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2023/l/g/UvNZinRh2puy1SCdeg8w/cb1b14f2-970b-4f5c-a175-75a6c34ef729.jpg)










Comentários
Aproveite ao máximo as notícias fazendo login
Entrar Registro