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Banco Central abre investigação interna sobre caso Master, diz jornal

Não há prazo para o fim da investigação por parte da corregedoria. Essa área do BC tem autonomia para conduzir o caso. O objetivo da medida é reforçar a governança interna de fiscalização.

Em meio à sindicância, chefes do departamento de supervisão bancária entregaram os cargos. Ainda segundo a reportagem, Belline Santana e Paulo Sérgio Neves de Souza entregaram os cargos. Servidores de carreira, ambos, seguem no banco. Eles deixaram os cargos comissionados, segundo o BC.

Fraudes no Master com BRB e fundos são investigadas juntas no STF. Em novembro, o Banco Central alertou o MPF (Ministério Público Federal) de que, além do caso do BRB (Banco de Brasília), havia detectado um desvio de R$ 11,5 bilhões do Master para fundos que compravam títulos podres, destacou a jornalista do UOL, Natália Portinari.

Banco Central e TCU fizeram reunião para conciliar atuação dos órgãos na liquidação do Banco Master. No encontro, o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, e o presidente do TCU Tribunal de Contas da União), ministro Vital do Rêgo Filho, definiram os papéis legais que cada órgão nas ações que envolveram, primeiro, a interrupção das operações da instituição financeira, em 18 de dezembro passado, e, depois, nas investigações relacionadas à essa decisão.

Banco Central questionou inspeção. O BC (Banco Central) entrou com um embargo de declaração no TCU questionando a decisão monocrática do ministro Jhonatan de Jesus. Segundo o BC, o regimento do Tribunal determina que apenas decisões colegiadas poderiam determinar inspeções em órgão federais, cobrando que a decisão fosse analisada pela Primeira Turma da Corte.

Embate começou após ministro do TCU exigir apresentação de documentos da liquidação. No dia 5 de janeiro, durante o recesso do Tribunal, o relator do caso, ministro Jhonatan de Jesus, determinou "com a máxima urgência" a realização de uma inspeção no Banco Central sobre a liquidação da instituição financeira. A determinação era de que auditores do TCU tivessem acesso à sede do BC para fazer no local as análise da documentação solicitada.

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