Uma ala do setor financeiro defende ainda destinar ao FGC recursos do compulsório de depósitos à vista. Essa hipótese depende de uma autorização do Banco Central, que ainda não se manifestou.
O FGC confirmou a discussão sobre a recomposição de sua liquidez. "As discussões estão em andamento, e uma deliberação deverá ocorrer no curto prazo", disse em comunicado.
Até a última sexta-feira (6), o FGC havia desembolsado R$ 36 bilhões. Ao todo, deve ressarcir os credores do Master em pouco mais de R$ 40 bilhões.
O fundo ainda não deu início ao processo de reembolso dos investidores do Will Bank. A instituição, que fazia parte do Master, teve a liquidação judicial imposta em janeiro. A estimativa é de R$ 6,3 bilhões em desembolsos.
Os bancos querem a recomposição antes de discutir uma reforma nas regras do FGC. O setor deve discutir mecanismos para monitorar a qualidade dos balanços dos bancos associados a fim de responsabilizar instituições que mantenham uma gestão de risco mais "obscura", com investimentos em ativos de baixa liquidez, por exemplo.
Banqueiros avaliam que o FGC foi desvirtuado de sua função de proteger investidores em caso de colapso de bancos. Na semana passada, o CEO do Itaú Unibanco, Milton Maluhy, argumentou que alguns participantes do mercado colocaram interesses próprios à frente das necessidades do sistema. "Algumas plataformas usaram o FGC como modelo de alavancagem do negócio, viabilizando modelos de negócio não sustentáveis", defendeu.

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