Em nota, a representação diplomática chamou a mudança de "antiprofissional" e pediu que brasileiros usem apenas as cores verde, branca e vermelha (🟩⚪️🟥) para se referir à nação, que enfrenta violentos protestos desde o início de 2026.

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As manifestações começaram diante da insatisfação popular com a situação econômica do país:
- A população enfrenta inflação elevada, acima de 40% ao ano.
- Somente em 2025, a moeda local perdeu cerca de metade do valor em relação ao dólar e atingiu a mínima histórica.
- O descontentamento também cresceu diante da desigualdade entre cidadãos comuns e a elite do país, além de denúncias de corrupção no governo.
Para além da economia, a guerra travada com os Estados Unidos e Israel também entrou na pauta dos manifestantes.
E, em meio aos protestos, a antiga bandeira iraniana ressurgiu. O estandarte nacional era usado antes da Revolução de 1979, sem o emblema religioso adotado após a criação da República Islâmica.
Essa bandeira, porém, também acabou sendo adotada por outros: o X, antigo Twitter.
A rede social de Elon Musk trocou a bandeira do país na seção de emojis para a usada na década de 70, o que gerou reação da embaixada iraniana no Brasil.
A nova (antiga) bandeira em uso
O símbolo tem sido resgatado por iranianos — e agora pelo X — que se opõem ao governo atual. Para muitos, a bandeira antiga representa uma identidade nacional separada do regime e se transformou em marca de protestos, homenagens e atos públicos.
Sejam os mais antigos que têm saudade do Xá Reza Pahlavi, um ditador deposto em 1979, ou os jovens que nem viveram a monarquia, parte da comunidade iraniana ao redor do mundo já tem um perfil definido: é contra a República Islâmica.
Por lá, manifestantes reuniram centenas de pessoas em apoio a opositores mortos durante protestos recentes no país. Em outro ato simbólico, participantes correram pelas ruas sob temperaturas abaixo de zero para homenagear atletas que, segundo ativistas, foram assassinados.
O uso da antiga bandeira, cada vez mais frequente em atos da diáspora, reflete um sentimento que ultrapassa a nostalgia: o gesto funciona como protesto político e como tentativa de projetar um futuro diferente para o país.

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