Em uma publicação no X, o presidente cubano Miguel Díaz-Canel Bermúdez disse estar preocupado com o desaparecimento das embarcações.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, impôs um embargo de petróleo a Cuba em janeiro, agravando a crise energética e econômica da ilha caribenha.

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A Marinha mexicana informou na quinta-feira que havia iniciado uma operação para localizar as duas embarcações desaparecidas, que transportavam alimentos e outros suprimentos para Cuba.
Elas partiram na sexta-feira (20) de Isla Mujeres (no estado mexicano de Quintana Roo, no sudeste do país) e deveriam chegar a Havana entre terça e quarta-feira desta semana, segundo informações da Marinha.
"Os capitães e as tripulações são navegadores experientes, e ambas as embarcações estão equipadas com sistemas de segurança e sinalização adequados", acrescentou o porta-voz, afirmando que "permanecem confiantes na capacidade das tripulações de chegar a Havana em segurança".
"Com base na velocidade das embarcações relatada às autoridades marítimas cubanas, a previsão de chegada a Havana é entre a noite de sexta-feira, 27 de março, e o meio-dia de sábado, 28 de março", explicou o porta-voz.
A Marinha mexicana indicou na quinta-feira que até o momento não recebeu "comunicação ou confirmação da chegada" das embarcações à ilha, portanto acionou os comandos navais da região e seus postos de busca e resgate.
A Marinha mexicana não especificou as identidades ou nacionalidades dos tripulantes, mas informou que mantém comunicação com agências e centros de resgate na Polônia, França, Cuba e Estados Unidos.
Acrescentou que também está em contato "com missões diplomáticas dos países de origem das pessoas a bordo" para cooperar e trocar informações em tempo real.
As buscas incluem aeronaves Persuader ao longo da rota estimada entre Isla Mujeres e Havana, levando em consideração o trajeto planejado, possíveis mudanças de direção e as condições meteorológicas, explicou a Marinha.
A instituição também fez um apelo à comunidade marítima civil e comercial do Caribe e do Golfo do México para que informe "imediatamente" à autoridade naval mais próxima qualquer informação ou avistamento dos veleiros.
Cuba enfrenta uma profunda crise agravada pela suspensão do fornecimento de petróleo da Venezuela após a captura do presidente deposto, Nicolás Maduro, em uma operação das forças dos EUA em 3 de janeiro.
A ONU está em negociações com Washington para permitir a entrada de combustível para fins humanitários.
O presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, impôs medidas emergenciais para conservar combustível, incluindo um rigoroso racionamento.

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