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Bolsa: entenda, de modo simples, como um relatório sobre IA levou caos a NY

O relatório da Citrini apresentou alguns cenários sobre a evolução dos modelos de IA. Entre eles, um descrevia avanços rápidos na inteligência artificial a ponto de tornar obsoleta grande parte do trabalho humano, provocando demissões e pressionando para baixo o preço das ações.

Entre as vítimas em potencial, descrevia o relatório, estaria o lucro de grandes empresas de áreas como SaaS (software as a service).

A tese não é complicada de entender. Empresas correm para substituir pessoas por sistemas de IA para cortar custos e ampliar margens de lucro; só que, ao mesmo tempo, a massa salarial encolhe, e a demanda por produtos e serviços começa a sumir.

A leitura do mercado foi se a IA destrói empregos qualificados, ela pode canibalizar uma parte do lucro corporativo em vez de ampliá-lo. Daí o efeito manada se encarregou de transferir para a cotação presente das empresas listadas o temor de algo que ninguém sabe se vai mesmo acontecer.

Em entrevista à Bloomberg, Alap Shah, um dos coautores do texto, defendeu que governos considerem um "imposto sobre IA" para compensar perdas de emprego e queda de consumo, citando a hipótese de cortes relevantes de trabalhadores qualificados.

O conhecimento convencional de qualquer gestor da Faria Lima inclui uma expressão para ocasiões quando um rumor faz preço desse jeito: "cai no boato, sobe no fato".

Reportagem

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