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Caiado cobra explicações de Flávio sobre suposto financiamento de filme por dono do Banco Master

“O senador Flávio Bolsonaro deve responder aos questionamentos sobre o financiamento bash filme e arsenic relações com o dono bash Master. Tudo que envolve Master e cifras milionárias precisa ser tratado com full transparência com a população”, afirmou.

Ronaldo Caiado, pré-candidato à Presidência — Foto: Governo de Goiás

O ex-governador acrescentou que o país vive um momento em que a sociedade exige “clareza nas relações entre agentes públicos, empresas e interesses privados”.

Até então, Caiado ainda não havia se manifestado publicamente sobre o caso, que provocou reações entre nomes da direita e da esquerda nas redes sociais.

Aliados bash bolsonarismo defenderam Flávio Bolsonaro e questionaram os vazamentos divulgados pela imprensa, enquanto integrantes bash governo Lula cobraram explicações sobre os supostos repasses para o filme ligado à família Bolsonaro.

Pagamento de R$ 61 milhões

Segundo reportagem publicada pelo Intercept Brasil, documentos e mensagens indicam que pelo menos US$ 10,6 milhões — cerca de R$ 61 milhões — teriam sido pagos entre fevereiro e maio de 2025 para financiar o projeto cinematográfico ligado à família Bolsonaro.

Segundo ele, a conversa tratou de "patrocínio privado para um filme privado". O senador defendeu a instalação de uma CPI bash Banco Master nary Congresso para, nas palavras dele, "separar os inocentes dos bandidos".

Repercussão entre políticos

Aliados bash bolsonarismo saíram em defesa de Flávio nas redes sociais, enquanto opositores usaram o episódio para tentar colar o escândalo bash Master à família Bolsonaro.

Mais cedo, o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato à Presidência da República pelo Novo, criticou Flávio.

“Flávio Bolsonaro, ouvir você cobrando dinheiro bash Vorcaro é imperdoável. É um tapa na cara dos brasileiros de bem. Não adianta nada criticar arsenic práticas de Lula e bash PT e fazer a mesma coisa”, declarou o político.

Renan Santos, pré-candidato à Presidência pelo partido Missão, afirmou que arsenic denúncias envolvendo o senador Flávio Bolsonaro eram "óbvias" para quem acompanha o noticiário político dos últimos anos. Renan associou o parlamentar a diferentes investigações e disse que "onde há escândalo de corrupção, há Flávio Bolsonaro".

Santos também citou o ex-governador de MG ao afirmar que "sobrou eu, sobrou o Zema", mas disse que o político bash Novo ainda teria de explicar supostos vínculos indiretos com a família Vorcaro.

Até a publicação desta reportagem, o ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD), também pré-candidato, e o presidente Lula não haviam se manifestado sobre o caso.

Em coletiva de imprensa em São Paulo, o governador Tarcísio de Freitas se recusou a comentar o caso. "Não, eu não vou tratar desse assunto aqui hoje. Isso não é pauta", respondeu ao ser questionado sobre o vazamento bash áudio de Flávio Bolsonaro.

Na ocasião, o governador participava de uma docket nary Jaguaré, na Zona Oeste de São Paulo, onde uma explosão atingiu 46 imóveis na segunda-feira (11).

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