
A rotina é intensa, das 10h às 18h, com pausa para refeição. Mesmo assim, diz que o esforço compensa. A renda extra ajuda no pagamento de contas, no planejamento de viagens e em outras despesas do início do ano.
Ela acredita que este será o melhor ano para vendas, devido à visibilidade mundial que o Carnaval paulistano conquistou. "Os blocos do Alceu Valença e BaianaSystem valem super a pena", afirma.
Thalita Cipola, 41, técnica de saúde bucal e mãe solo, também trabalha como ambulante há quatro anos. Em blocos considerados "bons", afirma lucrar entre R$ 2 mil e R$ 2.500 por dia. Com o dinheiro, paga material escolar, exames para a filha e contas atrasadas.
Ela prefere vender no Parque Ibirapuera por se sentir mais segura em um ambiente fechado e com policiamento reforçado, embora reconheça que a concorrência seja grande. Amigos já foram assaltados em outras regiões da cidade, ela explica.
Bloquinho e trabalhão
Blocos maiores podem gerar mais de 300 empregos cada, segundo a UBCRESP (União dos Blocos de Carnaval de Rua do Estado de São Paulo). Os menores, com público entre 5 mil e 10 mil foliões, criam entre 30 e 80 postos diretos.

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