Um pelotão de fuzilamento executou, nesta sexta-feira (11), um homem condenado na Carolina do Sul, nos Estados Unidos, pelo assassinato de um policial. Esta foi a segunda vez que o método foi usado pelo estado nas últimas cinco semanas.
Mikal Mahdi gritou quando os tiros o atingiram. Ele gemeu duas vezes cerca de 45 segundos depois. Sua respiração continuou por aproximadamente 80 segundos antes de parecer dar um último suspiro. Um médico o examinou por pouco mais de um minuto antes de declará-lo morto.
O pelotão de fuzilamento é um método de execução com uma longa e violenta história ao redor do mundo. Ele já foi usado para punir motins, como justiça no Velho Oeste dos Estados Unidos e como instrumento de terror e repressão política na antiga União Soviética e na Alemanha nazista.
No entanto, legisladores da Carolina do Sul consideraram esse método a forma mais rápida e humana de executar um detento, especialmente devido à incerteza sobre a obtenção de drogas para injeção letal.
Mahdi é o quinto preso executado na Carolina do Sul em menos de oito meses. Com exceção dele e de Brad Sigmon, os demais foram mortos por meio de outros métodos. Três voluntários dispararam os tiros que o mataram o detento nesta sexta-feira.
Mikal Mahdi foi condenado à morte há 20 anos pelo assassinato do policial James Myers. Ele admitiu o crime e afirmou que disparou oito vezes contra o agente de segurança, antes de queimar o corpo dele.
A esposa de Myers encontrou o corpo da vítima no galpão da família, que havia sido o cenário do casamento deles 15 meses antes. Mahdi foi preso na Flórida dirigindo a caminhonete policial.
O criminoso também admitiu ter matado, três dias antes, o atendente de uma loja na Carolina do Norte. A vítima foi baleada duas vezes na cabeça enquanto verificava a identidade de Mahdi. Por esse crime, ele foi condenado à prisão perpétua.
Foto mostra câmara de execução da Carolina do Sul, com a cadeira elétrica à direita e a cadeira do pelotão de fuzilamento à esquerda — Foto: South Carolina Department of Corrections via AP
Segundo o protocolo, Mahdi foi amarrado em uma cadeira. Um quadrado branco com um alvo vermelho foi colocado sobre o coração dele por um médico. Testemunhas também foram posicionadas atrás de um vidro à prova de balas.
A cabeça do criminoso também foi coberta com um capuz. Enquanto isso, os atiradores usaram rifles de alto calibre a uma distância de 4,6 metros.

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11 meses atrás
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