Quem já comprou um celular e, pouco tempo depois, começou a conviver com lentidão para abrir aplicativos, engasgos em jogos e travamentos na multitarefa sabe que a escolha errada pesa no bolso. Em 2026, porém, já há vários smartphones com ficha técnica mais preparada para envelhecer bem, desde intermediários equilibrados até topos de linha com potência de sobra para muitos anos de uso. Para montar esta lista, o TechTudo reuniu sete modelos recentes, lançados de 2025 em diante, com pelo menos 8 GB de RAM, versões com 256 GB de armazenamento, processadores intermediários, intermediários premium ou flagship, além de pontuação igual ou superior a 800 mil no AnTuTu.
Também foram consideradas avaliações de sites especializados, como GSMArena, e recursos que ajudam na longevidade, como litografia mais moderna, soluções de refrigeração e políticas de atualização mais amplas. Entre os aparelhos estão opções como Galaxy A56, Redmi Note 14 Pro 5G, Poco X7 Pro, iPhone 16e e Galaxy S25 Ultra, que se destacam por reunir chips mais atuais, boa quantidade de memória e armazenamento suficiente para evitar sufoco no dia a dia. Os valores citados no texto foram verificados durante a apuração da matéria, no mês de março de 2026.
Poco X7 Pro tem desempenho de topo de linha, custando "baratinho" — Foto: Divulgação/Xiaomi Celular que não trava: 7 opções do baratinho ao top com ótima performance
- Como escolhemos os celulares?
- O que um celular precisa ter para não travar?
- Redmi Note 14 Pro 5G (256 GB) — a partir de R$ 1.779
- Motorola Edge 60 Fusion (256 GB) — a partir de R$ 1.772
- Poco X7 Pro (512 GB) — a partir de R$ 2.899
- Samsung Galaxy A56 (256 GB) — a partir de R$ 2.298
- Samsung Galaxy S25 FE (256 GB) — a partir de R$ 3.799
- Apple iPhone 16e (256 GB) — a partir de R$ 4.480
- Samsung Galaxy S25 Ultra (256 GB) — a partir de R$ 6.595
Como escolhemos os celulares?
A lista prioriza modelos com mais chances de manter a fluidez ao longo dos anos. Para isso, selecionamos aparelhos com no mínimo 8 GB de RAM física, versões com 256 GB de armazenamento, chips recentes e pontuação de ao menos 800 mil no AnTuTu. Também entraram no recorte apenas smartphones lançados de 2025 em diante e bem avaliados por sites especializados.
Na prática, isso significa olhar além da marca ou do desconto. Processador moderno, armazenamento mais folgado, boa dissipação térmica e atualizações de software costumam fazer mais diferença para evitar travamentos do que uma ficha chamativa só na câmera ou no design.
O que um celular precisa ter para não travar?
Para continuar rápido por mais tempo, um celular precisa reunir alguns pontos básicos de hardware e software. O primeiro deles é o processador. Em geral, chips mais recentes e fabricados em litografias de 5 nanômetros ou menos tendem a oferecer melhor equilíbrio entre desempenho e eficiência energética, o que ajuda a manter a fluidez ao longo dos anos. Entram nesse grupo plataformas como Snapdragon das linhas 6, 7 e 8, MediaTek Dimensity 7000 ou superiores e os chips mais novos da Apple.
A memória RAM também tem papel importante nessa conta. Isso porque, hoje, 8 GB já são o mínimo recomendável para quem quer usar vários aplicativos ao mesmo tempo com mais estabilidade, sem tantos recarregamentos em segundo plano. Modelos com 12 GB ou mais saem na frente, sobretudo para jogos pesados, edição de imagens e multitarefa mais intensa. Outro ponto de destaque é o armazenamento: com aplicativos maiores, fotos em alta resolução e atualizações constantes do sistema, 256 GB passaram a ser a capacidade mais segura para quem quer evitar lentidão causada por memória quase cheia.
Além disso, vale observar a presença de sistemas de refrigeração, como câmaras de vapor e camadas de grafite, que ajudam o aparelho a sustentar o desempenho sob carga e evitam perdas de performance por superaquecimento. Por fim, a política de atualizações da fabricante também faz diferença, já que um celular com suporte mais longo para novas versões do Android ou do iOS e para correções de segurança tende a permanecer compatível, seguro e estável por mais tempo.
O Redmi Note 14 Pro 5G é uma alternativa interessante para quem procura um intermediário premium com foco em tela, câmera e resistência. O modelo da Xiaomi vem equipado com o processador MediaTek Dimensity 7300-Ultra, fabricado em 4 nanômetros (nm), e aparece em versões com 8 GB ou 12 GB de RAM, além de armazenamento de 256 GB ou 512 GB. No AnTuTu, o aparelho registra 961.387 pontos, desempenho competitivo para a faixa e suficiente para garantir boa fluidez em tarefas do dia a dia, multitarefa e até jogos mais exigentes.
Redmi Note 14 Pro 5G combina tela de 120 Hz, câmera de 200 MP e ficha equilibrada para o dia a dia — Foto: Divulgação/Xiaomi A ficha técnica também chama atenção em outros pontos. A tela AMOLED de 6,67 polegadas tem resolução 1,5K, taxa de atualização de 120 Hz e brilho de até 3.000 nits, combinação que favorece a experiência em vídeos, redes sociais e games. No conjunto fotográfico, o destaque vai para a câmera principal de 200 MP com estabilização óptica de imagem (OIS), acompanhada por sensores de 8 MP e 2 MP. A bateria de 5.110 mAh, com carregamento de 45 W, soma pontos ao lado de recursos como IP68, Gorilla Glass Victus 2, Wi-Fi 6 e NFC.
Segundo avaliações de sites especializados como o GSMArena, o Redmi Note 14 Pro 5G entrega bom desempenho para a categoria e ainda agrada no controle térmico, algo importante para quem quer um celular que mantenha a estabilidade com o passar do tempo. O principal ponto de atenção está no pós-venda: fora dos canais oficiais, a Xiaomi não garante o mesmo suporte técnico nem cobertura de garantia. No Mercado Livre, o aparelho pode ser encontrado por a partir de R$ 1.779.
- Prós: câmera principal de 200 MP; tela de qualidade; opção com 12 GB de RAM; boa resistência.
- Contras: sem slot para cartão microSD; garantia fora dos canais oficiais exige atenção.
Todas as ofertas de Xiaomi Redmi Note 14 Pro 5G (256 GB)
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O Motorola Edge 60 Fusion é um celular equilibrado, com boa resistência e uma bateria generosa. Isso porque o aparelho vem com processador MediaTek Dimensity 7300, fabricado em 4 nanômetros, 8 GB de RAM, 256 GB de armazenamento e suporte para expansão via microSD. No AnTuTu, o modelo soma 881.190 pontos, marca suficiente para garantir boa fluidez em aplicativos, multitarefa e até jogos com exigência moderada.
A tela é um dos grandes destaques da ficha, já que o Edge 60 Fusion traz painel pOLED de 6,7 polegadas, resolução 1,5K, taxa de atualização de 120 Hz, suporte a HDR10+ e brilho de até 4.500 nits, número bastante alto para a categoria. Na construção, o modelo também chama atenção por reunir certificações IP68, IP69 e MIL-STD 810H, o que reforça a proposta de um aparelho preparado para enfrentar poeira, água e situações adversas do uso cotidiano.
Motorola Edge 60 Fusion aposta em resistência reforçada, bateria grande e tela brilhante para se destacar na categoria — Foto: Divulgação/Motorola Por fim, a bateria de 5.200 mAh, com carregamento de 68 W, completa um conjunto que faz mais sentido para quem valoriza autonomia, tela e durabilidade física do que potência bruta acima da média. Embora fique atrás de modelos como o Poco X7 Pro em desempenho puro, o Edge 60 Fusion compensa com uma proposta mais equilibrada. No Mercado Livre, ele pode ser encontrado por a partir de R$ 1.772.
- Prós: construção muito resistente; tela de qualidade; bateria grande; aceita cartão microSD.
- Contras: desempenho inferior ao de rivais mais fortes da lista; câmeras também não se destacam.
Todas as ofertas de Motorola Edge 60 Fusion 5G (256 GB)
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O Poco X7 Pro é um dos modelos mais fortes da lista para quem prioriza desempenho para games. O celular da Xiaomi vem equipado com o processador MediaTek Dimensity 8400-Ultra, fabricado sob litografia de 4 nanômetros, com velocidade de até 3,25 GHz, além de versões com 8 GB ou 12 GB de RAM e armazenamento de 256 GB ou 512 GB. No AnTuTu, o aparelho registra 1.881.682 pontos, marca que o coloca em um patamar muito competitivo e próximo de modelos mais caros.
Poco X7 Pro se destaca pelo desempenho avançado e pela bateria de 6.000 mAh com carga rápida de 90W — Foto: Divulgação/Xiaomi Além do chip potente, o Poco X7 Pro traz uma ficha técnica pensada para uso intenso. A tela AMOLED de 6,67 polegadas tem resolução 1,5K, taxa de atualização de 120 Hz, brilho de até 3.200 nits e proteção Gorilla Glass 7i. A bateria de 6.000 mAh também chama atenção, sobretudo por vir acompanhada de carregamento rápido de 90 W. O conjunto inclui ainda certificação IP68 e sistema de resfriamento avançado, o que reforça o apelo do aparelho para jogos e tarefas mais pesadas.
Na prática, o Poco X7 Pro faz sentido para quem quer um celular com fôlego de quase flagship sem pagar o valor de um topo de linha tradicional. No entanto, vale ressaltar que o principal cuidado está na compra fora dos canais oficiais, já que a Xiaomi não oferece garantia e suporte. No Mercado Livre, o modelo pode ser encontrado a partir de R$ 2.899.
- Prós: desempenho potente; bateria grande; carregamento rápido; bom para jogos.
- Contras: não tem slot para cartão microSD; assim como o Redmi Note 14 Pro, a garantia fora da loja oficial exige atenção.
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O Galaxy A56 é uma opção interessante para quem quer um celular que continue fluido por alguns anos sem precisar investir em um modelo premium. O intermediário da Samsung combina 8 GB de RAM, versões com 128 GB ou 256 GB de armazenamento e o processador quad-core Exynos 1580, fabricado em 4 nanômetros, conjunto que tende a dar conta da multitarefa, redes sociais, streaming e até jogos intermediários sem grandes dificuldades. No AnTuTu, o aparelho soma 1.242.600 pontos, marca competitiva para a categoria.
Galaxy A56 é opção intermediária da Samsung com foco em longevidade, boa tela e desempenho estável — Foto: Katarina Bandeira/TechTudo A ficha técnica também ajuda a explicar o bom fôlego do modelo no dia a dia. O Galaxy A56 traz tela Super AMOLED de 6,7 polegadas com resolução Full HD+, taxa de atualização de 120 Hz e brilho de até 1.900 nits, o que favorece a experiência em navegação, vídeos e jogos. A bateria de 5.000 mAh, com carregamento de 45 W, completa o pacote, assim como a construção com metal, Gorilla Glass Victus+ e certificação IP67, que adiciona um nível extra de resistência.
Outro ponto que pesa a favor é a política de atualizações da Samsung, citada até 2031, algo importante para quem busca um aparelho com vida útil mais longa. Na prática, o Galaxy A56 faz mais sentido como um modelo equilibrado e confiável do que como uma escolha para quem quer desempenho gamer de ponta. Na Amazon, ele pode ser encontrado por a partir de R$ 2.296.
- Prós: bom custo-benefício; tela de qualidade; política longa de atualizações; desempenho consistente no dia a dia.
- Contras: não é focado em jogos pesados; versão de 128 GB é menos interessante para o uso prolongado.
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O Galaxy S25 FE é a alternativa da Samsung para quem quer um celular premium mais acessível do que os topos de linha da marca, mas sem abrir mão de uma ficha técnica avançada e de boa longevidade. O modelo vem equipado com o processador Exynos 2400, fabricado em 4 nanômetros, 8 GB de RAM e versões com 128 GB, 256 GB e 512 GB de armazenamento. Outro destaque é a câmara de vapor 10% maior em relação à geração anterior, recurso que ajuda no resfriamento e contribui para uma performance mais estável em tarefas exigentes.
Galaxy S25 FE traz pacote premium mais acessível, com tela de 120 Hz e promessa de sete anos de atualizações — Foto: Ana Letícia Loubak/TechTudo Na parte frontal, o aparelho traz tela Dynamic AMOLED 2X de 6,7 polegadas, com resolução Full HD+, taxa de atualização de 120 Hz e brilho de até 1.900 nits. A bateria é de 4.900 mAh, com carregamento rápido de 45 W, além de suporte a carregamento sem fio e reverso. O pacote inclui ainda certificação IP68, estrutura em Armor Aluminum, proteção Gorilla Glass Victus+ e promessa de sete anos de atualizações de Android e segurança, um dos principais diferenciais do modelo.
No geral, o Galaxy S25 FE é mais indicado para quem procura um smartphone duradouro, com acabamento premium e suporte prolongado de software, do que para quem quer apenas o máximo desempenho possível pelo menor preço. Na Amazon, ele pode ser encontrado por a partir de R$ 3.799.
- Prós: sete anos de atualizações; construção premium; bom controle térmico; pacote bem equilibrado.
- Contras: entrega apenas 8 GB de RAM com valor relativamente "alto"; rivais podem oferecer ficha mais agressiva por preço semelhante.
O iPhone 16e aparece na lista como a opção mais acessível da Apple entre os modelos com hardware mais atual. Lançado em fevereiro de 2025, o aparelho traz o chip A18, fabricado em 3 nanômetros, além de desempenho estimado em 1.332.631 pontos no AnTuTu. A memória RAM é estimada em 8 GB, e o celular é vendido em versões com 128 GB, 256 GB e 512 GB de armazenamento.
Mesmo com uma ficha técnica mais enxuta em alguns pontos, o modelo se sustenta pela combinação entre chip forte, iOS 18 e a longevidade tradicional do ecossistema Apple. A tela OLED de 6,1 polegadas entrega boa qualidade de imagem, enquanto a bateria, estimada em cerca de 4.005 mAh, promete até 26 horas de reprodução de vídeo, número competitivo para a categoria e um dos destaques do aparelho.
iPhone 16e é a opção mais acessível da Apple com chip A18 e foco em desempenho duradouro — Foto: Amanda Zola/TechTudo Na prática, o iPhone 16e funciona como uma porta de entrada interessante para quem quer um iPhone moderno e potente sem precisar investir nos modelos Pro. As principais limitações estão no conjunto mais simples de recursos em relação aos seus irmãos mais caros: o aparelho tem apenas uma câmera traseira e não conta com Dynamic Island nem MagSafe. Na Amazon, ele pode ser encontrado por a partir de R$ 4.480.
- Prós: chip A18 potente; boa autonomia; iOS otimizado; entrada mais acessível no ecossistema Apple.
- Contras: tem apenas uma câmera traseira; não traz Dynamic Island nem MagSafe.
Mesmo já não sendo o celular mais atual da Samsung, já que a fabricante lançou a linha S26 recentemente, o Galaxy S25 Ultra segue como uma opção de alto nível para quem busca desempenho de sobra no ecossistema Android. O aparelho vem equipado com o processador Snapdragon 8 Elite for Galaxy, fabricado em 3 nanômetros, com clock de até 4,7 GHz, além de 12 GB de RAM. No AnTuTu, o celular registra 2.861.222 pontos, marca que o coloca entre os smartphones mais potentes da sua geração.
A ficha técnica acompanha esse posicionamento premium. O Galaxy S25 Ultra traz tela Dynamic AMOLED 2X de 6,9 polegadas, com resolução Quad HD+ e taxa de atualização de 120 Hz, combinação que favorece tanto a navegação quanto jogos e consumo de vídeos. No conjunto fotográfico, o modelo aposta em câmera principal de 200 MP, acompanhada por outros sensores de 50 MP, 50 MP e 10 MP, o que reforça sua proposta de entregar versatilidade e alto nível de qualidade em fotos e vídeos. A bateria é de 5.000 mAh, enquanto a construção inclui estrutura em titânio, proteção Gorilla Armor 2, certificação IP68 e integração com Galaxy AI e Gemini.
Galaxy S25 Ultra segue como opção de alto nível para quem busca potência, câmeras avançadas e acabamento premium — Foto: Divulgação/Samsung Na prática, o Galaxy S25 Ultra faz sentido para quem quer um celular premium ainda muito poderoso, mesmo sem ser a geração mais recente da marca. Por outro lado, o valor elevado e a chegada de sucessores mais novos fazem com que ele funcione mais como alternativa de alto desempenho do que como escolha óbvia para todo mundo. Na Amazon, o aparelho pode ser encontrado por a partir de R$ 6.595.
- Prós: desempenho de topo; câmeras avançadas; tela excelente; acabamento premium.
- Contras: já não é o modelo mais atual da Samsung; preço ainda alto para a geração anterior.
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Samsung Galaxy S25 Ultra (256 GB)
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Nota de transparência: o TechTudo mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, o TechTudo pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes ao mês de março de 2026.

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