Dirigentes das seis principais centrais sindicais do país divulgaram nota conjunta nesta terça-feira (10) defendendo que o fim da escala 6x1 contemple a redução da jornada de trabalho, das atuais 44 horas semanais para 40.
A manifestação ocorreu após o anúncio feito pelo presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), de que dará início à tramitação de projetos sobre o tema, que é uma das prioridades legislativas do governo Lula neste semestre.
No modelo defendido pelas centrais, a escala seria 5x2, ou seja dois dias de descanso para cinco trabalhados.
"A expectativa é que os parlamentares tenham sensibilidade social e compreensão dos avanços representados pela redução da jornada e pelo fim da escala 6x1, instituindo, por meio de lei, a jornada de 40 horas semanais com escala 5x2", diz a nota assinada por CUT, Força Sindical, UGT, CTB, Nova e CSB.
Nos bastidores, dirigentes dizem temer que o debate sobre a redução da escala 6x1, uma demanda relativamente nova de trabalhadores não sindicalizados, acabe ofuscando a demanda histórica pela redução da jornada de trabalho. Por isso, a proposta para que os dois temas caminhem juntos.
"A redução da jornada de trabalho é uma bandeira histórica do movimento sindical, responsável por expressivas conquistas ao longo do tempo. Nos últimos anos, ela voltou à tona por meio da luta pelo fim da escala 6x1, como reação à ampla retirada de direitos promovida pela reforma trabalhista de 2017", dizem as centrais.

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