Miguel Díaz-Canel, presidente de Cuba, diz estar pronto para defender o país dos Estados Unidos durante o 65º aniversário da vitória da invasão na Baía dos Porcos — Foto: ADALBERTO ROQUE / AFP
A China pediu nesta terça-feira (5) que Washington encerre imediatamente o embargo e as sanções contra Cuba, afirmando que as medidas ampliadas são “ilegais” e “violam gravemente” as normas das relações internacionais.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, buscando aumentar a pressão sobre Havana após derrubar o líder da Venezuela, assinou na sexta-feira (1º de maio) um decreto ampliando as sanções americanas contra o governo cubano, disseram duas autoridades da Casa Branca à Reuters.
Pequim tem manifestado apoio à ilha socialista depois que as tensões aumentaram em janeiro entre Estados Unidos e Cuba, após a captura, pelos EUA, do líder venezuelano Nicolás Maduro, aliado de longa data de Havana.
A China apoia os esforços de Cuba para proteger sua soberania e segurança nacional e se opõe firmemente a interferências em seus assuntos internos, acrescentou o ministério.

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