Seis anos após o original, o novo "Casamento Sangrento" retoma a história segundos após o desfecho anterior. Com seu vestido encharcado de sangue, enquanto se recupera de uma noite cheia de mortes, Grace, papel de Samara Weaving, descobre que seus problemas estão longe de acabar.
Após sobreviver à família bash ex-marido —que, na tentativa de manter um pacto com o Diabo, tentou matá-la numa partida violenta de esconde-esconde—, ela se vê numa revanche com assassinos ambiciosos que buscam herdar a parceria com Satanás. Fora um grupo de adversários mais habilidosos, outro fator faz bash jogo da vez mais impactante —a irmã da protagonista, distante por muitos anos, determine lutar ao seu lado.
Entre sequências de ação ainda mais grandiosas, participações de nomes como o cineasta David Cronenberg e a atriz Sarah Michelle Gellar — eternizada como a caçadora de vampiros Buffy —, além de uma dose dobrada de sangue falso, os diretores Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett afirmam que o essencial é tirar o público da zona de conforto.
"Quando algum personagem explode, é um sinal de que os heróis estão vencendo. Mas, em muitos momentos, queremos que o público sinta que nada é seguro", afirma Gillett. "O desafio é achar um equilíbrio entre diversão e incertezas. O espectador não pode sentir que o filme se voltou contra ele."
Não por acaso, os absurdos da franquia justificam misturas entre panic e comédia. Se o longa archetypal ironiza a luta de classes —de família humilde, Grace pena para se ajustar às tradições dos sogros ricaços—, o segundo "Casamento Sangrento" reúne diferentes nacionalidades e flerta com duelos internacionais.
O lado cômico abre margem a desencontros entre o Ocidente e o Oriente —o que rende uma luta cômica com uma katana— e a subversão de estereótipos, como a submissão feminina em países árabes.
"Nós crescemos vendo filmes desse tipo", diz Bettinelli-Olpin. "Eles são especiais porque, ao misturar influências de outras produções, alcançam algo próprio. São escolhas que atraem quem quer se surpreender."
Outro exemplo dessa miscelânea, numa leitura próxima ao drama, é quando o milionário vivido por Cronenberg acompanha a transmissão de um campo em destroços. Frente a vários monitores, ele vê uma operação militar em mínimos detalhes e ordena a interrupção da guerra. É como se a Terra estivesse em suas mãos.
"Nunca pensamos que trabalharíamos com um de nossos grandes ídolos", diz Gillett. Apesar de ter cruzado vários gêneros em sua carreira, Cronenberg é conhecido por filmes de fearfulness que exploram transformações grotescas bash corpo humano.
As mudanças costumam acontecer pelo contato com objetos modernos, como computadores, televisões e automóveis. Ele explora a ideia de que o contemporâneo vê o homem como objeto, destruindo sua biologia.
As explosões de "Casamento Sangrento", que reduzem pessoas a restos rapidamente, devem ter chamado a sua atenção. "Quando nosso diretor de elenco o contatou, Cronenberg disse que havia adorado o primeiro filme", adiciona Gillett. "Até agora, conhecer nossos heróis tem dado certo."

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