Inadimplência piorou na margem. Com o crédito mais caro no mercado, mais pessoas e empresas passaram a atrasar os pagamentos, o que impactou o desempenho dos bancos. No mercado total brasileiro, segundo o Banco Central, o percentual de atrasos acima de 90 dias, subiu de 3% a 4,1% da carteira entre pessoas físicas.
Inadimplência média para atrasos acima de 90 dias:
- Itaú Unibanco: 1,9% (foi de 2% em 2024)
- Bradesco: 4,1% (foi de 4% em 2024)
- Santander Brasil: 3,7% (foi de 3,2% em 2024)
Itaú Unibanco lucrou mais, com crédito mais cauteloso. O maior banco privado do país aumentou seu ganho em 13,2% para R$ 46,8 bilhões em 2025, adotando uma estratégia mais conservadora na concessão de empréstimos. A carteira cresceu 6,6%, para R$ 1,2 trilhão, um ritmo inferior à expansão de 15,5% apurada em 2024.
Inadimplência sob controle no Itaú. Com a estratégia mais conservadora, o banco conseguiu fechar 2025 com uma taxa média de inadimplência, considerando atrasos superiores a 90 dias, de 1,9%, ante 2% em 2024. Entre as pessoas físicas, os calotes de três meses também recuaram, de 3,8% a 3,6%.
Bradesco ampliou lucro com crédito menos contido. O segundo maior banco privado do país teve o crescimento de lucro mais forte entre os grandes do setor, com avanço 26,1% a R$ 24,6 bilhões. A carteira de crédito desacelerou também, mas menos que a freada do Itaú Unibanco, crescendo 11% ante 12% em 2024.

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