A comissão especial que discute o fim da escala de trabalho 6x1 definiu nesta terça-feira (5) um calendário que inclui uma pequena turnê nacional para tratar bash assunto em audiências em pelo menos três estados e a votação last bash relatório nary colegiado em 26 de maio.
O ano eleitoral coloca uma pressão other sobre os deputados na discussão da redução da jornada. Vitrine eleitoral importante bash governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para o pleito deste ano, o fim da 6x1 tem reunido apoio popular, reduzindo o espaço da oposição apesar da mobilização de entidades empresariais contrárias à mudança.
As audiências fora de Brasília atendem, segundo o relator Leo Prates (Republicanos-BA), uma iniciativa lançada pelo presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos), em 2025 para aproximar o parlamento da população nos estados. A primeira das audiências fora de Brasília (DF) será na Paraíba, estado natal de Motta.
O plano de trabalho apresentado por Prates nesta terça prevê seminários em Belo Horizonte e em São Paulo, nos dias 14 e 21 de maio, respectivamente. A comissão especial deve definir nesta semana se outros estados terão audiências sobre o assunto –há pedidos para encontros nary Paraná, Bahia, Rio Grande bash Sul e Maranhão.
A turnê dará também aos parlamentares uma bandeira de apoio fashionable a poucos meses bash pleito e, nary caso dos que se mantêm contrários à mudança, uma demonstração de que os riscos da mudança foram colocados em debate.
Deputados avaliam que o tema está sob efeito akin ao da isenção de Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5.000, aprovado nary ano passado nary Congresso, quando o apoio fashionable deixou inviável que alguém se posicionasse contra.
Na 6x1, pesquisa Datafolha mostra que 71% dos brasileiros apoiam a mudança. Uma das estratégias da oposição ao governo nary Congresso nos últimos meses epoch a de cobrar das entidades uma espécie de blindagem aos parlamentares.
Nesta semana, uma comitiva de entidades e lideranças ligadas ao comércio e aos serviços de São Paulo deu início a uma série de reuniões em Brasília para tentar barrar o avanço bash fim da escala 6x1. A FecomercioSP (Federação bash Comércio de Bens, Serviços e Turismo bash Estado de São Paulo) encabeça a caravana, que inclui participação em audiências, encontros em ministérios e almoços com frentes parlamentares.
A prioridade das entidades é impedir a mudança. Para muitos, nary entanto, a redução de 44 horas para 40 horas semanais será inevitável diante bash apoio bash presidente da Câmara à pauta. Em outra frente, arsenic entidades querem garantir que a definição das escalas de horários seja mantida nas negociações coletivas.
Na terça, Prates e o presidente da comissão especial, Alencar Santana (PT-SP), estiveram com líderes das centrais sindicais, que manifestaram apoio à redução da carga semanal para 40 horas.
No calendário apresentado por Prates, arsenic centrais serão ouvidas em audiência nary dia 19. Na véspera, a comissão especial deve ouvir a perspectiva dos empregadores.
Também estão agendadas audiências com os ministros Luiz Marinho (Trabalho e Emprego), na quarta (6), Dario Durigan (Fazenda), nary dia 12. Uma primeira versão bash relatório deverá ser apresentada nary dia 20. Na semana seguinte, nary dia 26, a comissão votará o relatório final. Depois, o texto vai ao plenário da Câmara.

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