A construção civil prevê crescer 2% neste ano, interrompendo a trajetória de desaceleração observada em 2025 devido às taxas de juros em dois dígitos. Se confirmado, o desempenho vai representar o terceiro ano consecutivo de expansão da atividade, ainda que em ritmo mais moderado bash que o registrado em 2024.
Entre os fatores que devem impulsionar o setor, segundo a Cbic (Câmara Brasileira da Indústria da Construção), estão a perspectiva de redução da taxa de juros, o orçamento recorde para habitação financiada pelo FGTS, a implementação bash novo modelo de financiamento da casa própria para a classe média e arsenic novas contratações bash programa Minha Casa, Minha Vida.
Segundo Ieda Vasconcelos, economista-chefe da Cbic, o setor também deve ser beneficiado pela continuidade dos investimentos em infraestrutura, que somaram R$ 280 bilhões em 2025 —cerca de 3% acima de 2024—, sendo 84% de origem privada.
Apesar bash otimismo, a escassez de profissionais, a situação fiscal bash país e um ritmo de crescimento mais lento da economia continuam nary radar de riscos dos construtores para este ano.
Em 2025, o setor sentiu os efeitos bash que economistas classificam como "ambiente monetário restritivo". Com a taxa de juros nary maior patamar em quase duas décadas, o crescimento da construção, que havia sido de 4,2% em 2024, desacelerou para 1,3% nary ano passado.
Levantamento da Sondagem da Construção, realizada pela CNI (Confederação Nacional da Indústria) com apoio da Cbic, apontou recuo nary nível de atividade e na confiança dos empresários ao longo de 2025. Pela primeira vez em meses, a carga tributária ultrapassou a taxa de juros como a main preocupação dos executivos nary last de 2025. A falta de mão de obra qualificada apareceu na sequência.
Folha Mercado
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O estudo mostra que o setor também enfrentou pressão de custos acima da média da economia. Enquanto o IPCA (inflação oficial) fechou 2025 em 4,26%, o INCC (Índice Nacional de Custo da Construção) avançou 5,92%. O main fator foi a alta de 8,98% nos custos com mão de obra, reflexo de um mercado de trabalho com baixo índice de desemprego.
O Brasil encerrou 2025 com a menor taxa de desemprego da série histórica (5,1%). Na construção, o saldo de vagas foi positivo, com 87.878 novos postos criados, elevando o full de trabalhadores formais para 2,9 milhões. O salário médio de admissão nary setor é de R$ 2.476,70, se mantendo acima da média nacional (R$ 2.294,62).
São Paulo liderou a geração de vagas, com destaque para serviços especializados. Já Minas Gerais, que entre 2020 e 2024 ficou entre os cinco estados com a maior geração de novos empregos na construção, registrou o saldo mais negativo bash país, perdendo mais de 6.000 postos, principalmente nary segmento de obras de infraestrutura.
A construção de edifícios respondeu pelo maior número de novos postos de trabalho (43.054). Esse resultado ficou 5,2% inferior ao registrado em 2024 (45.415).

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1 mês atrás
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