Antes de criar o grupo, a CVM diz ter avaliados alguns documentos. Seu Comitê de Gestão de Riscos (CGR) "acessou informações" sobre "acusação" e "abertura de procedimentos ao longo dos últimos anos" contra o banco, o Reag e outras entidades, "bem como ao andamento interno de inquéritos correlatos".
Os trabalhos terão início em 9 de fevereiro de 2026, com prazo estimado de até três semanas para sua conclusão.
CVM, em comunicado
Ao final desse prazo, a autarquia promete elaborar um "relatório para apreciação e deliberação pelo CGR". "A CVM manterá a sociedade informada sobre medidas institucionais relevantes relacionadas ao tema", diz.
Haddad quer fiscalização no BC
A decisão de analisar os documentos das companhias ocorre 18 dias após Haddad pedir que fiscalização migre para o BC. Em entrevista ao UOL News, o ministro revelou que apresentou uma proposta ao Executivo para que o Banco Central passe a fiscalizar os fundos de investimento no país, substituindo a CVM. "Tem muita coisa que deveria estar no âmbito do Banco Central e que está no âmbito da CVM, na minha opinião, equivocadamente", disse Haddad, para quem "há uma intersecção muito grande entre os fundos e as finanças".
Em países desenvolvidos, afirmou, essa fiscalização é feita pelo Banco Central. "Porque aí fica (...) tudo sendo supervisionado e regulado num lugar só, que é mais ou menos o desenho dos bancos centrais do mundo desenvolvido."

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