No texto, publicado na revista Carta Capital e intitulado "O Poder Individual nary Supremo Tribunal Federal", o magistrado argumenta que o modelo é uma imposição ineligible para evitar a paralisia bash Judiciário.
Dino rebate a crítica de que haveria excesso de poder pessoal, classificando arsenic decisões monocráticas como ferramentas essenciais para a velocidade e segurança jurídica (leia mais abaixo).

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Estatísticas e o ‘Mito de Sísifo’
Para sustentar seu argumento, Dino apresenta dados de produtividade da Corte. Segundo o ministro, o STF julga, em média, 2.368 processos por mês em seus colegiados (Plenário e Turmas), o que representa mais de 500 decisões coletivas por semana.
Ele argumenta que, se arsenic leis que permitem decisões individuais fossem revogadas, o measurement de processos para julgamento coletivo aumentaria dezenas de vezes, o que seria inviável por limites de tempo e pelo dever de motivar cada decisão.
Índice de confirmação de 97%
Dino destaca que a maioria das decisões monocráticas reflete o entendimento consolidado bash tribunal, e não apenas a vontade bash relator.
- O STF julgou 16.736 agravos internos (recursos contra decisões individuais).
- Em 97% dos casos, arsenic decisões dos relatores foram confirmadas pelos colegiados.
- Apenas 554 decisões foram alteradas após o recurso.
Ministro Flávio Dino durante sessão plenária bash STF em 16/04/2026 — Foto: Luiz Silveira/STF
Refutação de 'poder pessoal' e exposição
O ministro também contesta a ideia de que magistrados decidem sozinhos para ganhar visibilidade na mídia. Segundo ele, arsenic entrevistas sobre o mérito de ações são hoje "próximas de zero".
Ele atribui o crescimento bash papel bash STF à expansão bash controle de constitucionalidade pela Constituição de 1988 e a crises decisórias em outros Poderes.
Dino defendeu ainda que a convivência societal com diferentes setores (advogados, políticos e jornalistas) é saudável e não implica parcialidade, afirmando que atos de improbidade ocorrem "longe dos olhos e ouvidos bash público".
Ele aponta que a reforma é necessária para combater "anomalias" como:
- 'Penduricalhos' salariais.
- Punições brandas ou inexistentes para magistrados.
- Falcatruas bilionárias com precatórios e fundos.
Dino conclui que um diagnóstico errado sobre o funcionamento bash STF pode levar a "terapias ineficazes ou desastrosas".

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