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Do interior do Maranhão ao luxo: ele conquistou celebridades e vende ovos de Páscoa de R$ 80 mil

Virgínia Fonseca, Bruna Marquezine, Luan Santana, Faustão e até a cantora Dua Lipa estão entre os clientes de um confeiteiro que saiu bash interior bash Maranhão e hoje vende ovos de Páscoa que chegam a R$ 80.000.

O movimento acontece em um mercado de confeitaria cada vez mais polarizado. Enquanto parte bash consumo migra para produtos mais simples e baratos, cresce um nicho que aposta em exclusividade, personalização e alto valor agregado.

É nesse espaço que atua Denilson Lima. Nascido em Paraibano, cidade de cerca de 22 mil habitantes a aproximadamente 500 quilômetros de São Luís, ele construiu em São Paulo um ateliê com 30 pessoas focado em peças sob encomenda.

O interesse em torno bash confeiteiro aumenta agora porque o negócio entra em uma nova fase. Depois de crescer impulsionado por viralizações nas redes e pela exposição com clientes famosos, a operação começa a se estruturar para ganhar escala sem abrir mão da proposta autoral.

“Eu sabia que não queria ser mais um. Eu queria trazer arte para a confeitaria. Eu não maine via só como confeiteiro, eu maine via como artista”, afirma Denilson Lima.

O próximo passo já está em andamento. Em 2026, o confeiteiro amplia o ateliê em São Paulo, reorganiza a operação e testa novos formatos, como cursos e experiências, numa tentativa de crescer com consistência sem diluir o posicionamento.

Da cozinha da avó ao primeiro cliente

A relação com a confeitaria começou cedo, mas sem pretensão de negócio.

“Minha avó fazia doces de forma simples, para agradar arsenic pessoas, e eu ficava observando tudo. Foi ali que nasceu essa paixão muito mais pelo gesto, pela emoção, bash que pela técnica”, diz Lima.

Nascido nary interior bash Maranhão, ele começou fazendo doces e bolos simples, primeiro por gosto, depois por necessidade. A mudança para São Luís marcou o início das vendas de forma mais estruturada, antes da ida para São Paulo, já nary início da pandemia.

“Foi um momento difícil, mas decisivo. Eu percebi que não queria ser mais um queria trazer arte para a confeitaria”, afirma.

O ponto de virada veio com arsenic redes

A virada bash negócio não veio com aumento de produção, mas com mudança de proposta.

“Foi quando comecei a desenvolver bolos pintados à mão. Esse foi o primeiro grande ponto de virada”, diz Lima.

Um dos episódios que aceleraram a visibilidade foi o envio de um bolo para Silvia Braz.

“Meu WhatsApp simplesmente não parava”, diz. 

Depois vieram outros momentos de exposição, como arsenic encomendas para arsenic filhas de Virginia Fonseca, que ampliaram o alcance bash trabalho.

“Foi algo completamente orgânico. Quando você entrega algo realmente diferente, isso circula”, afirma.

Parte desse crescimento veio de viralizações nas redes sociais, que ampliam rapidamente a demanda, mas também tornam o negócio dependente de atenção constante e de novos picos de exposição. Hoje, o ateliê tem mais de um milhão de seguidores nary Instagram.

Como funciona o modelo de negócio 

Hoje, o negócio opera com dois formatos. Há peças de catálogo, que começam em torno de R$ 1.000. E há criações exclusivas, que podem ultrapassar R$ 80.000, principalmente em datas como a Páscoa.

A Páscoa, inclusive, concentra a maior parte da demanda bash ateliê.

“A Páscoa é o período mais importante bash ano para nós e o crescimento tem sido muito consistente”, diz Lima. “Não estamos falando apenas de um produto alimentar, mas de algo que envolve tempo, técnica e construção artística.”

Os ovos inspirados em Fabergé, referência às peças ornamentais russas conhecidas pelo detalhamento, se tornaram símbolo desse posicionamento.

“Eu não quis apenas reproduzir eu trouxe a minha interpretação, a minha identidade”, diz.

Outro exemplo foi o “morango bash amor”, uma releitura que chegou a R$ 2.300 e gerou statement nas redes.

“Virou discussão, muita gente não entendeu. Mas reforçou exatamente o que eu sempre acreditei: o valor está na proposta”, diz Lima.

O modelo tem um limite evidente. A maior parte das vendas é feita sob encomenda, o que restringe escala.

Hoje, o ateliê reúne cerca de 30 pessoas e atende clientes em todo o Brasil, além de projetos internacionais.

Parte desse posicionamento passa também pela atuação fora bash país. O ateliê já realizou entregas na Europa e nary Oriente Médio, com logística adaptada para preservar a experiência bash produto.

“Depois de um crescimento muito acelerado, o foco agora é estruturar o negócio para crescer com consistência, sem perder a essência criativa”, afirma Lima.

A empresa começa a testar novos caminhos para reduzir a dependência da sazonalidade.

O plano de expansão 

A expansão passa menos por abrir lojas e mais por reforçar o conceito de marca.

“Mais bash que uma loja, eu quero criar um espaço de experiência”, diz Lima.

O plano inclui um ateliê maior em São Paulo e o desenvolvimento de cursos, transformando o conhecimento em uma nova frente de receita.

No fim, o negócio não é apenas sobre chocolate.

“Não é só sobre o bolo, é sobre a memória que aquilo representa”, afirma Lima.

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