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Dólar abre em baixa, com petróleo, PIB dos EUA e serviços do IBGE no radar

Petróleo segue ao redor de US$ 100 o barril. Após forte variação positiva ontem, fechando acima de US$ 100 pela primeira vez desde 2022, o contrato futuro do tipo Brent com vencimento em abril recua hoje. Por volta das 9h, cedia 1,1%, sendo negociado a US$ 99,34.

Barril de petróleo acumula alta de 8% na semana e de 48% no mês. A valorização ganhou força após os ataques dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã, que revidou. O conflito escalou e impactou a produção e o trânsito de petroleiros no Oriente Médio, levando a Agência Internacional de Energia a liberar reservas da commodity e a reduzir projeções de aumento de fornecimento pela indústria petrolífera neste ano.

Governo brasileiro lança medidas para atenuar impacto da valorização do petróleo na economia brasileira. Além de zerar PIS e Cofins do diesel e dar subvenção ao combustível para produtores, a administração federal vai taxar exportações de petróleo para aumentar a oferta interna. As decisões impactam empresas da cadeia de derivados de petróleo com ações negociadas em Bolsa, como as petroleiras Petrobras e Prio, além das distribuidoras Raízen e Vibra.

Índices de ações recuam na Europa e na Ásia. Apesar da acomodação do preço do petróleo hoje, as Bolsas europeias operam em queda, caminhando para a segunda semana seguida de perdas, enquanto na Ásia os mercados fecharam os pregões em baixa no Japão, Coreia do Sul e China.

PIB dos Estados Unidos entra no radar dos investidores. O governo americano divulga hoje às 9h30 (horário de Brasília) nova prévia do Produto Interno Bruto da maior economia do mundo. Na prévia anterior, o indicador mostrou crescimento de 2,2% em 2025, menos que o avanço de 2,8% do ano anterior, segundo o Departamento de Comércio do país.

Mercado local repercute nova medida de política comercial externa que pode afetar Brasil. O governo do presidente Donald Trump decidiu abrir investigações contra 59 países, incluindo o Brasil, por suposta prática de "trabalho forçado" em produção ou, sobretudo, na importação de bens e produtos de terceiros países produzidos sob tais condições.

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