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Dólar abre em leve baixa, a R$ 4,97, com petróleo acima de US$ 100 no radar

Navegação na rota por onde passam 20% do fornecimento mundial de petróleo segue bloqueada em meio às incertezas sobre trégua. O Irã informou ter apreendido dois navios após o presidente americano, Donald Trump, anunciar que estava suspendendo os ataques por tempo indeterminado, mesmo sem sinal de novas negociações de paz.

Ontem, foram registradas nove travessias totais pelo Estreito de Hormuz. Segundo monitoramento da plataforma Maritime Traffic, da consultoria de energia Kpler, a movimentação superou as quatro observadas no dia anterior, mas apenas duas travessias foram de navios com carga.

Ataques físicos e apreensões continuam sendo uma preocupação concreta. Vários navios porta-contêineres apagaram seus sinais em 18 de abril enquanto transitavam em comboio. Em condições normais, embarcações que deixam de transmitir sinal durante a travessia do Estreito de Hormuz geralmente reaparecem alguns dias depois, mas neste caso três navios cargueiros reapareceram ainda dentro do Estreito. Ana Subasic
analista de risco da Kpler, em relatório

Petróleo é negociado acima de US$ 100. Após fechar ontem pela primeira acima desse patamar pela primeira vez em dez dias, o contrato futuro com vencimento em junho para o barril do tipo Brent tem ligueiro ajuste para baixo. Por volta das 9h cedia 0,3%. para US$ 101,62.

O mercado segue negociando a expectativa de um desfecho geopolítico enquanto lida com a incerteza do caminho. Com o Estreito de Ormuz travado, petróleo, fertilizantes e metais voltam a impor pressão inflacionária, elevando a seletividade para ativos de risco e o nível de exigência sobre balanços, guidance e visibilidade. Alvaro Maia, economista na StoneX

Bolsas da Ásia fecharam em baixa. Após um pregão positivo na quarta-feira, os índices acionários asiáticos voltaram a recuar nesta quinta-feira, pressionados pela aversão a risco dos investidores provocada pela indefinição em relação à trégua entre Estados Unidos e Irã. O índice japonês Nikkei caiu 0,75% em Tóquio, o Hang Seng recuou 0,95% em Hong Kong e, na China, o Shenzhen Composto teve queda de 1,05%. Exceção na região, o índice sul-coreano Kospi avançou 0,90% em Seul, novo recorde, após dados de crescimento do país melhores do que o esperado.

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