1 semana atrás 2

Dólar cai baixo de R$ 5,19, e Bolsa renova recorde, com juros na agenda

Incertezas geradas por presidente estadunidense influenciam desvalorização do dólar no mundo. Não é só no Brasil que a moeda local tem subido ante a divisa americana. A política externa errática e hostil do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, tem levado agentes econômicos, incluindo bancos centrais, a reduzirem dólares em carteira. O índice DXY, ou US Dollar Index, que mede o desempenho do dólar norte-americano ante uma cesta de moedas estrangeiras agrupadas de forma ponderada, incluindo euro, iene, libra e franco suíço, recua mais de 15% desde o começo de 2025.

A confiança vacilante no dólar também está impulsionando os preços dos metais. Investidores preocupados com as tensões geopolíticas e a interferência da administração Donald Trump na independência do Fed estão buscando refúgio em ativos que estão fora da discrição política. Daniela Hathorn, analista de mercado da Capital.com

Sinalização de cortes de juros pode ajudar a Bolsa. A aposta predominante entre agentes de mercado é a de que os bancos centrais do Brasil e dos Estados Unidos vão manter as respectivas taxas básicas de juros estáveis em ambas economias. Entretanto, há uma expectativa, também entre maioria de analistas e investidores, de que tanto o Banco Central do Brasil como o Fed sinalizem quando os cortes dos juros podem ocorrer.

Cenário de redução de juros alimenta otimismo com relação à economia. Como a Selic é a base dos juros no país, ao cair, ela reduz custos de empréstimos de famílias e empresas, estimulando o consumo das pessoas e os planos de expansão das companhias. Dessa forma, esse movimento favorece o potencial de vendas e de lucros da companhias com ações listadas.

Ibovespa renova recorde de pontuação. O principal índice de ações da Bolsa do Brasil B3 registrava alta de 0,80%, atingindo 183.395 pontos nos primeiro 20 minutos de pregão. Ontem, o indicador já subiu 1,8%.

Principal índice de ações da Bolsa B3 sobe mais de 13% no mês. A expectativa de que o Banco Central do Brasil comece a reduzir o custo do dinheiro ainda neste trimestre é um dos fatores que têm sustentado o fluxo de recursos de aplicadores locais e estrangeiros para mercado acionário. O principal índice de açõed da Bolsa brasileira B3 tem batido recordes mesmo após subir 34% em 2025.

Leia o artigo inteiro

Do Twitter

Comentários

Aproveite ao máximo as notícias fazendo login
Entrar Registro