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Dólar sobe e é vendido a R$ 5,253; Bolsa fecha em alta

O que influenciou

Petróleo segue abaixo de US$ 100 o barril do tipo Brent. O contrato futuro com vencimento em junho do tipo Brent, petróleo de referência no mundo exceto Estados Unidos, subia 3,7%, a US$ 99,46 por volta das 10h. Ontem, os preços caíram cerca de 11% após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, adiar um ataque militar contra o Irã e citar avanços em negociações.

Bolsas asiáticas fecharam majoritariamente em alta. Também repercutindo o alívio cauteloso que tomou conta da Bolsas no Ocidente ontem, o índice sul-coreano Kospi saltou 2,74% em Seul, o japonês Nikkei avançou 1,43%, e o Hang Seng registrou alta de 2,79% em Hong Kong.

Vemos uma recuperação dos preços do petróleo, enquanto o real abre mais fraco, e o dólar volta a avançar no exterior. Esse movimento reflete uma maior cautela em relação aos riscos geopolíticos no Oriente Médio, indicando um ambiente de menor apetite por risco e maior aversão. Lucca Bezzon, analista da Stonex

Mercado brasileiro repercute hoje a ata do Copom. No documento, o Banco Central reforçou que incertezas econômicas cresceram por causa da guerra no Oriente Médio, mas destaca que economia brasileira vem desacelerando. No texto, o órgão não sinaliza se seguirá ou não diminuindo os juros no país.

Nossa leitura é a de que os membros do Copom entendem que choque de oferta gerado pela alta do preço do petróleo pode reduzir o espaço total da queda da Selic, mas dado o ponto inicial do ciclo, há espaço para continuar reduzindo a taxa de juros nominal e manter um grau de restrição adequado para a política monetária. Luis Cezario, economista-chefe da Asset 1

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