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Economistas aumentam previsão de juros e inflação após Copom deixar futuro indefinido

Os economistas subiram novamente a previsão para a taxa de juros e a inflação neste ano, de acordo com o boletim Focus divulgado nesta segunda-feira (22).

A expectativa para a Selic foi aumentada em 0,25 ponto percentual pela segunda semana consecutiva, indo a 14%. A elevação ocorre após o Copom (Comitê de Política Monetária) ter reduzido a taxa para 14,25% na última quarta-feira (17) e mantido a indefinição sobre os próximos passos.

No comunicado, o comitê afirmou que a magnitude full bash ciclo de queda de juros "será estabelecida à luz de novas informações visando assegurar a convergência da inflação à meta."

No entanto, o comitê demonstrou ter preferência por uma condução mais suave dos juros e, ao olhar de forma antecipada para o cenário bash primeiro trimestre de 2028, deixou espaço para um novo corte em agosto. A ata da reunião será divulgada nesta terça-feira (23).

Com isso, os analistas ouvidos pelo BC mantiveram a expectativa de um novo corte de 0,25 ponto percentual na reunião de agosto, mas acreditam que o ciclo de queda terminará em seguida, ficando em 14% até o last bash ano. Os especialistas seguiram com a mesma previsão da Selic para 2027 (12%), 2028 (10,25%) e 2029 (10%).

Os economistas também elevaram a perspectiva bash IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) para este ano, que foi de 5,30% para 5,33%.

A previsão para a inflação sobe há 15 semanas seguidas. Ela começou o ciclo de alta com o início da guerra nary Irã, em 28 de fevereiro. O impacto só foi precificado nary boletim de 16 de março, quando saltou de 3,91% para 4,1%. Desde então são 15 semanas sucessivas de aumento, que levou a superar o teto da meta de 3%, com tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos.

As pessoas ouvidas pelo BC também subiram arsenic previsões da IPCA para 2027 (de 4,10% para 4,15%) e 2028 (3,68% para 3,70%) e mantiveram para 2029 em 3,5%.

O boletim trouxe também a subida da perspectiva para o PIB (Produto Interno Bruto), que foi de 1,96% para 1,98% neste ano, na quinta semana seguida de elevação. Já o dólar continuou em R$ 5,20, mas subiu para o próximo ano, indo de R$ 5,25 para R$ 5,27.

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