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Educação fica mais cara, mas inflação é a menor para fevereiro desde 2020

Grupo de educação respondeu por cerca de 44% do IPCA no mês. A principal contribuição partiu do aumento das cobranças pelos cursos regulares (6,2%), alta justificada pelos reajustes habitualmente praticados no início do ano letivo. As principais variações da atividade foram observadas nos segmentos de ensino médio (8,19%), ensino fundamental (8,11%) e pré-escola (7,48%).

Preço das passagens aéreas saltou 11,4% em fevereiro. O aumento estimulou a alta de 0,74% do grupo de transportes, que também contou com a variação positiva do seguro voluntário de veículos (5,62%), do conserto de automóvel (1,22%) e do ônibus urbano (1,14%).

Ainda sem influência da guerra, preço dos combustíveis recua. A variação negativa de 0,47% nos postos foi estimulada pelas quedas de preço da gasolina (-0,61%) e do gás veicular (-3,1%). Por outro lado, o etanol (0,55%) e o óleo diesel (0,23%) ficaram mais caros.

IPCA acumulado em 12 meses fica abaixo de 4% pela primeira vez desde maio de 2024. O índice oficial de preços subiu 3,81% entre março do ano passado e fevereiro deste ano. A variação é a menor para o período desde 2018 (2,84%). No ano passado, a variação para os 12 meses encerrados em fevereiro foi de 5,06%.

Alimentos

Inflação do grupo de alimentação e bebidas fica em 0,26%. A alta é levemente superior à apurada em janeiro (0,23%) e foi influenciada pelo aumento de preços da alimentação fora do domicílio (0,34%). No subgrupo, foram registrados aumentos mais contidos das refeições (de 0,66% para 0,49%) e lanches (de 0,27% para 0,15%).

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