Neste momento, [o desafio] é conseguir separar o que efetivamente um processo de choque de oferta, por efeito geopolítico ou climático, dos efeitos de segunda ordem, que a gente precisa estar ainda mais vigilante que estaria normalmente, dado que a gente tem uma economia com expectativas desancoradas, com mercado de trabalho apertado. Não é uma abordagem simples. Gabriel Galípolo, presidente do Banco Central
Sempre que for desafiado, Banco Central vai seguir dando a resposta, disse Galípolo. Segundo ele, o órgão "não vai se desviar daquilo que é seu objetivo, que é o controle do processo inflacionário".
Além da guerra no Oriente Médio, que encareceu o preço do petróleo, outros eventos impactaram preços nos últimos anos. Segundo Galípolo, o Banco Central precisa, nessas situação, "está reforçando o seu barco para poder navegar nesses período de maior desafio e adversidade". Os preços da economia mundial foram impactados nos últimos anos pelos efeitos climáticos, como El Nino, que encarecem as commodities, pela elevação das tarifas de importação promovidas governo dos Estados Unidos, pela guerra entre Rússia e Ucrânia e, antes, pela pandemia.
Banco Central reduziu a Selic, taxa básica de juros da economia brasileira, de 14,75% ao ano para 14,5% ao ano, na última reunião do Copom (Comitê de Política Monetária), em março. A redução de 0,25 ponto percentual já era esperada pela maior parte do mercado financeiro. Essa era a aposta de 87% dos agentes que negociam opções de Copom — um tipo de contrato negociado na B3 com previsões para essa decisão.
Guerra foi apontada como motivo de incerteza e que exige mais cautela na redução dos juros. O comitê avalia que o conflito gera incerteza global e exige cuidado dos países emergentes diante da oscilação de preços.
Inflação oficial do Brasil em abril foi a maior para o mês em quatro anos. A variação de 0,67% representou uma desaceleração do IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) em relação à alta de 0,88% registrada em março. No acumulado em 12 meses, entretanto, o índice acelerou para 4,39% e se reaproximou da margem superior de tolerância de 1,5 ponto percentual para a meta de 3% definida pelo CMN (Conselho Monetário Nacional).

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