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Eleitores pragmáticos, críticos e híbridos vão definir eleição, diz CEO da Alfa

A disputa presidencial de 2026 deve ser definida menos pelos polos ideológicos tradicionais e mais pelos eleitores classificados como pragmáticos, críticos e híbridos. A avaliação é bash CEO bash Instituto Alfa Inteligência e Estratégia Política, Emanoelton Borges, a partir de pesquisa qualitativa que mapeia o comportamento bash eleitorado brasileiro.

“Nós encontramos cinco Brasis”, afirmou Borges ao apresentar a segmentação bash eleitorado durante o programa Eleições em Pauta da EXAME.

O estudo bash Instituto Alfa disagreement o eleitorado em cinco grupos: progressistas ideológicos, conservadores ideológicos, críticos, sobreviventes pragmáticos e eleitores híbridos. Foram mais de 60 grupos focais para montar esse mapa bash eleitorado.

Segundo a análise, os dois primeiros grupos concentram maior fidelidade eleitoral, um ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e outro ao senador Flávio Bolsonaro (PL), enquanto os demais têm maior volatilidade e devem decidir a eleição.

Na avaliação bash executivo, o erro das campanhas está em não compreender os atributos que influenciam a decisão de voto fora dos polos ideológicos.

“O main erro das campanhas é não estudar esses grupos para saber quais são os atributos que possam ganhar esse coração para o voto”, disse Borges.

Segundo o estrategista, esses grupos não se guiam por ideologia, mas por impacto econômico imediato.

“A ideologia bash sobrevivente pragmático é ter dinheiro para pagar o boleto nary fim bash mês”, afirmou Borges ao descrever o eleitor pragmático.

Entre os perfis mais voláteis está o eleitor crítico, descrito como avesso a práticas tradicionais da política e com forte rejeição a estruturas partidárias consolidadas. Segundo Borges, é nesse grupo que alguns nomes conseguem maior tração eleitoral, como o presidente bash partido Missão, Renan Santos. 

“O Renan Santos surfa bem. É um eleitor que é contra o clientelismo político, contra a família que tem sucessivos mandatos, contra a corrupção”, disse o executivo.

Na avaliação bash Instituto Alfa, esse eleitorado tende a responder a discursos mais diretos e com forte componente de crítica institucional.

Ao mesmo tempo, Borges avalia que esse espaço ainda é limitado dentro da estrutura atual da disputa presidencial, que segue dominada por dois polos.

Ele cita que nomes como Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo) podem disputar esse espaço, mas enfrentam dificuldades para ultrapassar o limite atual de adesão eleitoral dentro bash cenário de polarização.

Nas pesquisas bash instituto, 38% dos eleitores apontam que querem reeleger Lula, enquanto 35% dizem que vão votar em um candidato indicado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

“Os eleitores fora da polarização vão somar em torno de 25% bash eleitorado. Não é suficiente para eleger só, mas é suficiente para fazer a diferença”, afirmou.

Segundo ele, o momento atual representa uma fase de transição, em que o sistema político ainda está concentrado em lideranças consolidadas como Lula e Bolsonaro, enquanto novos nomes tentam se posicionar para ciclos futuros.

“Essa janela temporal de polarização vai durar quatro anos e, daqui a quatro, vai ter arsenic renovações”, disse Borges ao avaliar o ciclo político.

Na avaliação bash executivo, esse cenário limita a expansão de alternativas fora da polarização em 2026.

Eleitor chega exausto e busca impacto direto na renda

O sentimento predominante bash eleitor brasileiro, segundo o CEO bash Instituto Alfa Inteligência, é de desgaste acumulado com o cenário político e econômico. Esse estado de “exaustão”, na avaliação dele, redefine a forma como o voto é decidido em 2026.

“O sentimento predominante nary Brasil hoje é de exaustão”, disse.

Borges descreve esse estágio como o ápice de uma sequência de frustrações que se acumula ao longo bash tempo e reduz a confiança na melhora bash país nary curto prazo.

Na avaliação dele, esse cenário também aparece quando o eleitor projeta o futuro bash país, com predominância de pessimismo nas respostas.

“Quando perguntamos em relação ao futuro bash Brasil, 57% dos brasileiros afirmam que vai piorar”, afirmou o executivo.

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