No entanto, o governo russo disse também que ainda "há muito a ser definido" antes que uma data exata seja definida.
Trump e Putin concordaram na quinta-feira com outra cúpula sobre a guerra na Ucrânia, uma decisão surpreendente que ocorreu na véspera de uma reunião entre Trump e o presidente ucraniano Volodymyr Zelenskiy, enquanto Washington considera fornecer mísseis de cruzeiro Tomahawk a Kiev.
O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, disse a repórteres que o ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, e o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, precisariam se reunir para resolver diversas questões pré-cúpula.
Em sua rede Truth Social, Trump anunciou que os dois combinaram de voltar a se encontrar pessoalmente em Budapeste, na Hungria. Na semana que vem, em um local ainda não confirmado, assessores de ambos irão se reunir para voltar a tentar chegar a um acordo que leve à paz entre a Rússia e a Ucrânia.
Encontro de Putin e Trump no Alasca — Foto: REUTERS/Nathaniel Wilder
Zelensky argumentou que tais ataques ajudariam Putin a levar mais a sério os apelos de Trump por negociações diretas entre a Rússia e a Ucrânia para encerrar a guerra entre os dois países, iniciada em fevereiro de 2022.
O enviado especial de Putin, Kirill Dmitriev, também elogiou o resultado da ligação. Disse que foi "produtiva e positiva, e definiu os próximos passos das negociações claramente".
Um porta-voz da Casa Branca revelou a repórteres que a conversa durou mais de duas horas e que o presidente americano acredita que ainda é possível reunir os presidentes russos e ucraniano.
Trump havia dito a repórteres que viajavam com ele para Israel no domingo que planejava discutir com Putin o envio de Tomahawks, como forma de pressioná-lo a encerrar a guerra da Rússia na Ucrânia. "Eles querem que os Tomahawks sigam nessa direção? Acho que não", disse Trump no domingo. "Acho que posso falar com a Rússia sobre isso."
A promessa de acabar com as guerras na Ucrânia e em Gaza foi fundamental para o discurso de campanha de Trump em 2024, quando ele criticou duramente o então presidente Joe Biden pela forma como lidou com os conflitos.
No entanto, tal qual seu antecessor, Trump também teve suas ambições de mediar um acordo frustradas por Putin até o momento.

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2 meses atrás
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