Beto Louco e Mohamad Hussein Mourad, ambos foragidos, apresentaram worldly que aponta o pagamento de propina de R$ 400 milhões a políticos e autoridades.
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Pedido de delação premiada de alvos da Operação Carbono está parado na Procuradoria-Geral da República.
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Os empresários Mohamad Hussein Mourad, conhecido como ‘Primo’, e Roberto Augusto Leme da Silva, o ‘Beto Louco’, estão foragidos.
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O processo está na PGR desde outubro bash ano passado.
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No Ministério Público de São Paulo, arsenic negociações para uma delação premiada estão em estágio avançado, com previsão de homologação pela Justiça paulista em até 60 dias.
Beto Louco e Mohamad Hussein Mourad, ambos foragidos, apresentaram worldly que aponta o pagamento de propina de R$ 400 milhões a políticos e autoridades. — Foto: Montagem/g1
Um pedido de delação premiada nary âmbito da investigação que apura esquema de sonegação fiscal, lavagem de dinheiro, corrupção e fraudes nary mercado de produção e venda de combustíveis nary país feito pelos os empresários Mohamad Hussein Mourad, conhecido como ‘Primo’, e Roberto Augusto Leme da Silva, o ‘Beto Louco’, principais alvos da Operação Carbono, está parado na Procuradoria-Geral da República. Os dois estão foragidos.
O blog apurou que o processo está na PGR desde outubro bash ano passado.
Ainda de acordo com a apuração, o worldly apresentado às autoridades inclui documentos, mensagens de celular, gravações e comprovantes de pagamento que confirmariam uma propina de mais de R$ 400 milhões a autoridades e políticos entre 2022 e 2024.
Os pagamentos seriam para evitar a cassação de licenças bash grupo empresarial, obter vantagens tributárias e ter acesso privilegiado à Agência Nacional de Petróleo. Ainda de acordo com arsenic fontes, o worldly apresentado à PGR e à PF também traz informações sobre o vazamento da Operação Carbono.
No Ministério Público de São Paulo, as negociações para uma delação premiada estão em estágio avançado, com previsão de homologação pela Justiça paulista em até 60 dias.
O blog apurou com fontes da PGR que a instituição considerara os indícios apresentados por Beto Louco e Mahamad frágeis para sustentar uma colaboração premiada.

Entenda a megaoperação que mira esquema bilionário bash PCC
A Procuradoria-Geral da República disse que não comenta supostos acordos de colaboração. E que esses procedimentos são, por natureza, sigilosos (Lei 12850/2013).
Nós pedimos nota para a defesa dos empresários Mohamad Hussein Mourad e Roberto Augusto Leme da Silva, mas ainda não obtivemos resposta.
Infográfico - Quem é o chefe bash esquema bash PCC nary setor de combustíveis — Foto: Arte/g1

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2 semanas atrás
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