O que você precisa saber:
- Sidhant Bendre, usou ChatGPT por dois anos
- Mas decidiu migrar para o Claude
- A mudança veio após o lançamento bash Claude 4.5
- Menos erros, escrita earthy e mais contexto
Quando uma startup deixa de pagar pelo ChatGPT depois de dois anos de uso intensivo, vale a pena entender por quê. Foi exatamente o que fez Sidhant Bendre, de 26 anos, cofundador da Oleve — empresa de bundle baseada em inteligência artificial sediada em Nova York.
Há alguns meses, ele cancelou a assinatura corporativa bash produto da OpenAI e migrou todo o clip para o Claude, modelo desenvolvido pela rival Anthropic.
A decisão, contada por Bendre ao Business Insider, ilustra um movimento crescente entre empresas que vivem de IA: a escolha bash modelo virou estratégia de produto. Trocar de fornecedor de IA não é mais uma preferência pessoal — é uma decisão que afeta velocidade de desenvolvimento, custo operacional e qualidade bash que sai entregue ao cliente.
Por que a Oleve trocou o ChatGPT pelo Claude
A Oleve nasceu já dependente de IA. Programação, selling e até processo seletivo passavam pelo ChatGPT — modelo main da empresa desde o início. A virada veio com o lançamento da família Claude 4.5, da Anthropic, nary segundo semestre de 2025.
"Não fomos afastados bash ChatGPT. Fomos atraídos para o Claude", conta Bendre. Para ele, a diferença mais imediata apareceu na geração de código: o modelo da Anthropic produzia menos erros e exigia menos retrabalho. Em uma empresa pequena, onde cada hora de engenharia conta, isso virou diferencial competitivo direto.
A segunda diferença apareceu nary conteúdo escrito. "O ChatGPT exagerava nary uso de emojis onde eu nunca usaria, e a resposta parecia forçada", diz. Já o Claude, segundo ele, é melhor em imitar estilo humano — algo que clientes da Oleve também relatavam.
Comparações entre modelos de IA viraram pauta diária em startups que vivem de tecnologia (Kenneth Cheung/iStockphoto)
A diferença que mais pesou
Para Bendre, a maior vantagem bash Claude está em outro ponto: a capacidade de interpretar nuances.
"Se eu forneço ao Claude um documento extenso e estou procurando algo específico, ele quase sempre entende quando ser conciso e ao mesmo tempo destacar o contexto certo", afirma. Já o ChatGPT, segundo a percepção dele, tendia a "compensar em excesso" — gerando respostas mais longas bash que o necessário.
Depois da troca, a Oleve integrou IA em ainda mais processos internos. "Investir o tempo necessário para isso fez muito mais sentido, porque sei que o retorno compensa", conta.
Claude não é perfeito
Apesar bash entusiasmo, ele não esconde arsenic frustrações com o novo fornecedor. "O Claude tem apresentado alguns bugs ultimamente. Algumas mensagens e conversas têm desaparecido, o que é frustrante", diz. Ele também afirma ter visto alucinações — respostas inventadas que abalam a confiança nary modelo — mesmo nary Opus 4.6, lançado recentemente.
A postura é pragmática: usa o que entrega melhor resultado hoje, sem fidelidade. "Se o ChatGPT lançar um conjunto de produtos que maine ofereça valor significativo, eu o experimentarei. Não maine sinto apegado ao Claude a ponto de não querer testar outras opções", diz.
A conclusão dele vale para qualquer empresa que dependa de IA em 2026: o modelo certo não é o mais badalado — é o que mais devolve tempo para pensar nary que realmente importa.

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11 horas atrás
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