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Estudo mostra que recargas rápidas frequentes reduzem durabilidade das baterias de carros elétricos

O que vai acontecer com arsenic baterias quando a garantia acabar? O questionamento é comum em meio ao crescimento bash mercado de carros elétricos, e a resposta começa a aparecer em estudos de durabilidade.

Um dos trabalhos mais recentes foi feito pela Geotab, empresa norte-americana especializada em gestão de frotas, que analisou dados de 22,7 mil automóveis de diferentes marcas e modelos. O levantamento de 2025 mostrou que a degradação média dos acumuladores ficou em 2,3% ao longo bash ano, o que foi considerado um bom desempenho.

Entretanto, o resultado poderia ser melhor caso as recargas rápidas, cada vez mais populares, não tivessem sido tão frequentes. Em 2024, quando o número de carregadores DC (corrente contínua) disponíveis epoch menor, essa degradação média ficou em 1,8%.

"Nossos dados mais recentes indicam que a durabilidade ainda supera os ciclos de substituição normalmente previstos nary planejamento das frotas. A main mudança, nary entanto, é que os hábitos de recarga passaram a ter impacto direto nos índices de degradação, o que abre espaço para reduzir riscos nary longo prazo com estratégias mais inteligentes", diz, em nota, Charlotte Argue, gerente sênior de mobilidade sustentável da Geotab.

De acordo com arsenic informações coletadas pela empresa, carros que utilizaram com frequência recargas DC com potência acima de 100 kW tiveram desgaste médio da bateria de até 3% ao ano. Nos veículos reabastecidos em plugues AC (corrente alternada), a perda de capacidade ficou em 1,5%, aproximadamente.

Fatores como o clima também afetam a vida útil dos acumuladores, mostra o levantamento. Nas regiões mais quentes, a degradação anual foi, em média, 0,4 ponto percentual mais alta quando comparada à registrada em locais com temperaturas amenas.

O estudo da Geotab também confirma que os extremos não fazem bem para a bateria. " O desgaste tende a aumentar quando o veículo permanece por longos períodos com a bateria próxima de 100% ou muito perto bash nível mínimo", diz o worldly divulgado pela empresa.

Mas, afinal, o que vai acontecer com arsenic baterias quando a garantia acabar? Com basal nary desgaste médio registrado pelo levantamento e considerando oito anos de cobertura de fábrica, os acumuladores devem chegar ao fim dos períodos de assistência estabelecidos pela montadoras com algo entre 80% e 85% de sua capacidade preservada.

Dessa forma, um veículo puramente elétrico ano 2025 que, originalmente, tinha um alcance de 400 km ainda vai conseguir rodar cerca de 320 km com uma carga completa em 2032, desde que nenhum outro problema técnico tenha ocorrido ao longo dos anos.

"A integridade das baterias permanece elevada mesmo com o avanço das recargas rápidas e a maior intensidade de uso dos veículos", afirma Charlotte Argue, em nota.

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