A afirmação foi feita nesta quarta-feira (11) pelo secretário assistente de Estado para Assuntos Econômicos, Energéticos e Empresariais, Caleb Orr.
Na semana passada, os EUA reuniram o Brasil e outros países para apresentar um plano de formar um bloco comercial de minerais críticos. O Brasil, entretanto, ainda avalia se participará da iniciativa.
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O secretário assistente, no entanto, evitou dar detalhes sobre os eventuais termos das negociações, inclusive sobre preços. Ele afirmou que o processamento dos minerais resultante de eventuais parcerias poderia ocorrer no Brasil ou nos Estados Unidos.
Segundo ele, os EUA estudam formas de apoiar o Brasil por meio de financiamento da Corporação Financeira dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional, conhecida como DFC.
Ele destacou que dois projetos no Brasil já receberam apoio financeiro da DFC, das empresas Serra Verde e Aclara.
O foco dos EUA em minerais críticos
O governo Trump intensificou os esforços para garantir o abastecimento dos EUA de minerais críticos após a China ter abalado os mercados globais no ano passado ao reter terras raras, essenciais para montadoras norte-americanas e outros fabricantes industriais.
Nesse cenário, o Brasil tem despertado interesse dos EUA e de outros países, devido ao seu grande potencial na exploração de minerais críticos, como terras raras, cobre, níquel e nióbio.
Comissões de várias partes do mundo têm procurado mineradoras no Brasil e agendado reuniões com o Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram), que representa as principais empresas do setor, como Vale, BHP e Anglo American.
No caso de terras raras, o Brasil tem a segunda maior reserva global, atrás apenas da China, mas poucos projetos em desenvolvimento.
Na semana passada, Trump lançou um pacote estratégico norte-americano de minerais críticos, chamado Projeto Vault, apoiado por US$10 bilhões em financiamento inicial do Banco de Exportação e Importação dos EUA e US$2 bilhões em financiamento privado.
O secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, disse na semana passada que 55 países participaram das negociações em Washington, entre eles Coreia do Sul, Índia, Tailândia, Japão, Alemanha, Austrália e República Democrática do Congo, todos com diferentes capacidades de refino ou mineração.

Minérios raros: o que são as matérias-primas do acordo comercial anunciado por Trump entre EUA e China

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