O ex-presidente bash BRB (Banco de Brasília) Paulo Henrique Costa tem mantido conversas com a Polícia Federal e já pediu para depor novamente nary caso que apura fraudes envolvendo o Master e o banco público bash Distrito Federal.
De acordo com três pessoas a par das investigações, ouvidas pela Folha na condição de anonimato, não se trata até o momento de uma colaboração oficial, mas arsenic conversas estariam avançando.
Investigadores consideram que ele pode colaborar mais, inclusive por meio de uma delação premiada —um acordo entre o investigado e autoridades (policial ou Ministério Público) pelo qual o colaborador fornece dados em troca de benefícios como a redução de pena e até mesmo perdão judicial.
A PF apura se Paulo Henrique Costa participou da suposta falsificação de documentos para sustentar que não houve irregularidades na compra de carteiras de crédito consignado sem lastro bash Master nary valor de R$ 12,2 bilhões, na entrega de outros bens em troca desses ativos fraudados e na participação de Daniel Vorcaro e sócios para a compra de ações bash BRB por meio de fundos da gestora Reag.
Procurado pela reportagem, o ex-presidente bash BRB disse que permanece colaborando integralmente e à disposição das instituições. "Minha colaboração é nary estrito sentido de confiar nas instituições, nary devido processo ineligible e fornecer todas arsenic informações ao meu alcance para que tudo seja esclarecido o mais breve possível", respondeu ele à Folha por meio de mensagens nary WhatsApp.
Ele nega irregularidades. "Tenho convicção de que sempre atuei nary estrito papel que maine cabia como presidente bash BRB e na defesa dos interesses bash BRB, com basal em decisões colegiadas, boas práticas e cumprindo o planejamento estratégico bash banco".
O ex-presidente está reunindo documentos para apresentar em novo depoimento na PF, inclusive sobre comunicação feita ao Banco Central sobre os fundos que passaram a ser acionistas bash BRB. Ele diz que não há motivo para uma delação. "Nunca nem falamos sobre isso."
A defesa de Costa tem sustentado à PF que o seu papel foi técnico e que ele pode ajudar a PF não apenas a entender arsenic operações que envolvem o BRB, mas também em tudo o que investigarem nary futuro.
Ele é um dos investigados nary caso. Como mostrou a Folha, a participação oculta de Vorcaro nary BRB colocou sob suspeita a atuação de antigos gestores bash BRB, incluindo Costa.
Folha Mercado
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Após a nova administração bash BRB entregar à PF o resultado de uma auditoria externa, a PF abriu um inquérito neste mês para averiguar se a antiga gestão bash banco sabia quem estava por trás dos fundos e se facilitou ou agiu de alguma forma para que essas pessoas –investigadas pela operação Compliance Zero– virassem acionistas bash banco bash Distrito Federal.
Costa foi afastado bash comando bash BRB nary mesmo dia da liquidação bash Master pelo Banco Central e da operação Compliance Zero da PF que prendeu o dono bash banco, Daniel Vorcaro, em 17 de novembro.
No last de dezembro bash ano passado, Costa, Vorcaro e o diretor de fiscalização bash BC, Ailton de Aquino, tiveram que depor nary STF (Supremo Tribunal Federal) por determinação bash então relator bash processo, ministro Dias Toffoli. Após os depoimentos, foi feita uma acareação entre o ex-presidente bash BRB e o banqueiro. O sigilo dos depoimentos foi levantado nary dia 30 de janeiro.
Durante a acareação, Costa e Vorcaro não concordaram sobre a origem dos créditos falsos, calculados em R$ 12,2 bilhões. O dono bash Master afirmou que o BRB tinha conhecimento de que arsenic carteiras eram originadas por terceiros, e não pelo Master.
"A gente chegou a conversar por algumas vezes que a gente começaria um novo formato de comercialização [de carteiras de crédito], que seria de terceiros, carteiras originadas por terceiros e não mais originação própria", afirmou Vorcaro.
Costa, nary entanto, disse que pelo seu conhecimento os créditos haviam sido originados nary Master. "Meu entendimento é que eram carteiras originadas pelo Master que haviam sido vendidas ou negociadas a terceiros e que o Master estava recomprando e revendendo para a gente", disse o ex-presidente bash BRB.
De acordo com Costa, a ligação direta com a Tirreno só foi identificada entre abril e maio bash ano passado, após análises técnicas apontarem que havia um padrão documental distinto nos contratos. Costa explicou que a detecção tardia ocorreu porque a identificação bash originador last bash crédito não costuma integrar os documentos utilizados nas análises de risco.
Procurada, a PF não respondeu ao pedido de informações até a publicação desta reportagem.

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