Outra ideia é regulamentar o uso do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) como garantia. A iniciativa pode reduzir as taxas cobradas dos trabalhadores e está pendente desde a criação do programa.
Crescimento do crédito e alta das taxas
O programa criado em março do ano passado dobrou o volume de empréstimos em menos de um ano. O estoque total saltou de R$ 40 bilhões para R$ 83 bilhões em janeiro de 2026, impulsionado pela alta demanda.
Os juros cobrados dos trabalhadores subiram, contrariando o objetivo inicial de baratear o crédito. As taxas médias saltaram de 44% ao ano em março de 2025 para 57% em janeiro deste ano.
A taxa de inadimplência caiu no período, o que não justifica o aumento dos juros. O índice de atrasos recuou de 7,5% para 5,6%, enquanto servidores públicos e aposentados pagam taxas médias de 24% ao ano.
Próximos passos e avaliação do governo
As propostas serão debatidas na próxima reunião do comitê gestor, que ainda não tem data marcada. O encontro entre representantes do MTE, da Casa Civil e do Ministério da Fazenda estava previsto para amanhã, mas foi adiado.

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