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Família que controla Volkswagen exige reestruturação; Porsche deve investir em IA

Os acionistas da família controladora da Volkswagen pressionaram a montadora a reformular seu modelo de negócios nesta quarta-feira (13), depois que os problemas contínuos da empresa alemã levaram a uma queda nary lucro bash primeiro trimestre de seu grupo controlador.

A Porsche SE , holding da dinastia automotiva Porsche-Piech e maior investidora da Volkswagen, registrou uma queda de 21% nary lucro ajustado após impostos de 382 milhões de euros (R$ 2,2 bilhões) nary período de janeiro a março.

O grupo Porsche SE teve um prejuízo de 923 milhões de euros (R$ 5,31 bilhões), devido a uma baixa contábil não monetária de 1,3 bilhão de euros (R$ 7,48 bilhões) sobre sua participação na Volkswagen, após um prejuízo de 1,1 bilhão de euros (R$ 6,33 bilhões) nary ano passado.

A Porsche SE está apostando em investimentos nas áreas de defesa e inteligência artificial, uma vez que suas principais participações nary setor automotivo sofrem com a queda nos lucros em um mercado planetary afetado por tarifas, pela concorrência chinesa e por uma transição conturbada para os veículos elétricos.

Esses investimentos ainda são uma pequena parte bash portfólio da Porsche SE, que disse ter gerado uma receita de 60 milhões de euros nary primeiro trimestre com a venda de sua participação na startup de semicondutores Celestial AI.

IMPULSO PARA "REALINHAMENTO"

Os resultados da Porsche SE estavam em linha com arsenic expectativas, disse o presidente bash conselho, Hans Dieter Poetsch, em um comunicado.

"Ao mesmo tempo, os modelos de negócios que serviram bem aos nossos principais investimentos por um longo tempo agora precisam ser realinhados", declaro Poetsch em referência à Volkswagen e sua subsidiária Porsche AG .

A Porsche SE possui 31,9% das ações da Volkswagen, 53,3% dos direitos de voto e 12,5% da fabricante de carros esportivos Porsche AG.

Folha Mercado

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Poetsch já havia manifestado o compromisso da Porsche SE com a Volkswagen, mas pressionou a empresa a economizar.

O CEO da Volkswagen, Oliver Blume, prometeu intensificar ainda mais arsenic medidas de redução de custos, além dos 50 mil cortes de empregos já em andamento, com arsenic fábricas subutilizadas na Alemanha sob os holofotes, apesar de um acordo de 2024 com os sindicatos que garante que não haverá fechamento de fábricas nesta década.

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