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FGC realiza hoje primeiros pagamentos a investidores do Banco Master

Devoluções serão de, no máximo, R$ 250 mil por CPF ou CNPJ. Os investidores têm direito a receber tanto o valor aplicado quanto os rendimentos até a data da liquidação (18 de novembro de 2025). Caso o aporte seja superior ao limite, a diferença ficará registrada como saldo remanescente no banco, com a possibilidade de ser paga com os ressarcimentos a outros credores.

Resgate previsto é o maior já realizado pelo Fundo Garantidor. A liberação anunciada representa o maior montante já pago após uma liquidação, superando a devolução de R$ 20 bilhões aos clientes do Bamerindus, após a intervenção realizada pelo Banco Central em 1997. Desde o lançamento do FGC, em 1995, foram efetivados 39 processos de pagamento da garantia.

Prejuízos

Aplicações dos investidores estão sem rendimento desde 18 de novembro. Após a liquidação do Banco Master, os recursos em posse da instituição financeira foram bloqueados e os clientes perderam dois meses de rendimento sobre os CDBs e RDBs, LCIs, LCDs, LCAs e LH relacionados à instituição.

Espera por Fundo Garantidor já deu prejuízo de mais de 2% aos investidores. Considerando um cliente que tinha R$ 100 mil aplicados em um CDB que oferecia 115% do CDI, por exemplo, a perda é de aproximadamente R$ 2.200, se considerados o Imposto de Renda e a inflação do período.

Liberação aos investidores do Master é a mais demorada desde 2013. O prazo é o maior desde as devoluções efetuadas em razão da liquidação extrajudicial do Banco Rural. Na ocasião, o intervalo até os ressarcimentos levou três meses e seis dias. O atraso para o início dos pagamentos é justificado pela movimentação judicial sobre a instituição.

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