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Gasolina ficou mais barata na 1ª semana após aumento; gás subiu, diz ANP

Os preços médios caíram apesar de a Petrobras ter aumentado os preços de venda de gasolina para as distribuidoras. O reajuste foi de R$ 0,48 por litro no dia 29 de maio, o primeiro reajuste em quase dois anos. O valor corresponde a um aumento de 18,6%. Para o consumidor, o aumento máximo deveria ser de R$ 0,03 a cada litro de gasolina C vendida nas bombas, segundo a empresa.

Preço médio do diesel recuou 0,58% no mesmo período, também na comparação com a semana de 24 a 30 de maio. A queda nominal foi de R$ 0,04, para R$ 6,85 por litro. O combustível está 13,5% mais caro do que antes da guerra no Irã.

O preço do diesel também oscilou pelo país, com médias diferentes entre estados e capitais. A média foi maior no Acre (R$ 8,01), Roraima (R$ 7,65) e Bahia (R$ 7,63), e menor em Goiás (R$ 6,5), Paraná (R$ 6,58) e Minas Gerais (R$ 6,66). Palmas (TO) registrou a maior média entre as capitais (R$ 7,87), enquanto Goiânia (GO) a menor: R$ 6,59. Em São Paulo, o litro custou R$ 6,93.

O etanol foi vendido a R$ 4,18 por litro na média nacional, queda de 0,94% na comparação com a semana anterior. Em relação ao período anterior à guerra, o combustível ficou 9,7% mais barato.

Preço do etanol variou em todos os estados e capitais. A média foi maior no Amapá (R$ 5,85), Rondônia (R$ 5,61) e Sergipe (R$ 5,56), e menor em São Paulo (R$ 3,88), Mato Grosso (R$ 4,93) e Mato Grosso do Sul (R$ 4,1). Macapá teve a maior média entre as capitais (R$ 5,86), e Belo Horizonte a menor (R$ 3,95). Na capital paulista, o litro foi vendido a R$ 3,97.

GLP (Gás Liquefeito de Petróleo), usado no botijão de cozinha, subiu 0,28% na semana analisada. O preço médio nacional foi de R$ 114,98, 4,65% acima do que era cobrado antes da guerra.

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