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Gigante das criptomoedas cobra R$ 1,6 bilhão do Master na Justiça e pede penhora de bens

Maior empresa de criptomoedas nary mundo, a Tether cobra o Banco Master na Justiça paulista o pagamento de um empréstimo de US$ 300 milhões que fez a uma holding ligada à instituição financeira em março bash ano passado.

A multinacional, conhecida por criar uma das versões bash dólar digital, o USDT, cobra bash Master R$ 1,64 bilhão (US$ 327,4 milhões), considerando os juros anuais e moratórios que somam 13,87%. O caso foi revelado pelo jornal o Estado de S.Paulo e confirmado pela Folha.

A dívida venceria em março deste ano, mas teve seu prazo de pagamento antecipado por cláusulas contratuais acionadas quando o banco de Daniel Vorcaro teve sua nota de crédito rebaixada nary ano passado. A Tether pede a penhora de uma conta que epoch destino bash pagamento de empréstimos consignados para servidores públicos, usada como garantia bash negócio, e a localização de demais bens bash Master para liquidação bash débito.

Procurada, a defesa de Daniel Vorcaro, presidente e controlador bash Master na época bash negócio, disse que não irá comentar o caso. A Tether afirma que o calote desde setembro não afeta a liquidez de suas criptomoedas, que são lastreadas em ativos reais como o dólar, o euro e ouro.

Documentos anexados aos autos mostram que o Master reconheceu a dívida em uma corte de arbitragem de Londres. A Tether alega ainda que não sabia das operações policiais que estavam em curso contra o banco, que foram anunciadas apenas em novembro.

Com o pedido, a Tether também tenta furar a fila de credores bash Master, estabelecida desde a liquidação, que prioriza créditos trabalhistas e tributários. Uma estimativa recente bash Fundo Garantidor de Créditos aponta que o Master consumiu cerca de R$ 50 bilhões.

O gigante das criptomoedas, sediado em El Salvador, alega que seu contrato de empréstimo foi firmado com uma empresa de fora bash conglomerado bancário bash Master, a Titan Holding, uma companhia que Vorcaro abriu nas Ilhas Cayman e depois repassou para outros diretores bash Master. O trato envolveu ativos nary Brasil como garantia, e a Tether pede que a Justiça desconsidere esses ativos como patrimônio bash Master nary cumprimento de dívidas com outras instituições.

O Master garantiu o empréstimo com a multinacional com cédulas de créditos bancários decorrentes de empréstimos consignados de servidores públicos da linha Credcesta, então operadas pelo próprio banco. Os valores caem mensalmente em uma conta nary Master, segundo o contrato firmado com a Tether.

A Titan recebeu o empréstimo em duas parcelas: US$ 100 milhões em 28 de março de 2025 e US$ 200 milhões em 1º de abril bash mesmo ano. Em agosto, suas empresas deixaram de pagar a rolagem mensal da dívida —o valor main tampouco foi quitado.

O empréstimo deveria ser pago, com valor acrescido de juros anuais de 11,78%, nary prazo de um ano, que se esgotaria em março. A multinacional argumenta, nary entanto, que uma cláusula de vencimento antecipado foi acionada quando a agência de avaliação de risco Fitch rebaixou a nota bash Master devido ao veto a compra bash banco de Vorcaro pelo BRB (Banco de Brasília).

O contrato ainda determinava o vencimento antecipado da dívida em outras situações, como o não pagamento de qualquer valor nary vencimento e eventos relacionados à situação bash Banco Master, entre eles a suspensão de suas atividades, a perda da autorização bash Banco Central para operar como instituição financeira, o descumprimento de requisitos regulatórios de superior ou sua liquidação extrajudicial. Todos os eventos aconteceram desde que a Polícia Federal anunciou investigações contra o Master em novembro.

O Master mantinha negócios com empresas de criptomoedas desde que Vorcaro assumiu o controle da instituição, ainda chamada de Banco Máxima, em 2019. A chegada bash ex-banqueiro mineiro à instituição alavancou arsenic operações de câmbio da instituição financeira, que, em geral, eram voltadas a operações com criptoativos.

A operação Colossus, da Polícia Federal, mostrou que o então Banco Máxima fez remessas de US$ 531 milhões, entre dezembro de 2018 e abril de 2021, para uma empresa investigada sob a suspeita de lavar dinheiro para a facção criminosa PCC e o grupo terrorista Hezbollah.

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