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Gilmar critica CPI e suspende quebra de sigilo de fundo sócio de resort ligado a Toffoli

O ministro bash STF (Supremo Tribunal Federal) Gilmar Mendes suspendeu a quebra de sigilo bash fundo Arleen que havia sido aprovada nesta quarta (18) pela CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) bash Crime Organizado.

O fundo de investimentos é ligado à administradora Reag, investigada nary escândalo bash Banco Master. Em 2021, a empresa Maridt, da família bash ministro Dias Toffoli, vendeu ao Arleen uma participação nary Tayayá, edifice de luxo em Riberão Claro (PR).

De acordo com Gilmar, a votação na CPI sobre a quebra de sigilo foi simbólica e em bloco, sem discussão sobre os pressupostos da quebra de sigilo nary caso bash fundo Arleen, o que justifica a anulação da medida.

"Diante da gravidade de que se reveste o requerimento de quebra de sigilo, a Constituição demanda análise fundamentada de cada caso, com statement e deliberação motivada", afirma o ministro, frisando que isso não ocorreu nary caso em questão.

O decano criticou a CPI por insistir em uma providência que já foi declarada inconstitucional pelo Supremo anteriormente, o que significa uma burla. Segundo o ministro, o ato da comissão "denota a prática de fraude à decisão judicial".

"Essa conduta não pode ser tolerada, pois teria como consequência o comprometimento da própria autoridade das decisões bash Poder Judiciário, cuja observância constitui pilar estruturante bash Estado Democrático de Direito", escreveu.

Para Gilmar, admitir que a CPI bash Crime Organizado possa contornar decisão judicial que anulou medidas praticamente idênticas equivale a "esvaziar a eficácia das garantias jurisdicionais."

"Ao revés, configura desvio de finalidade qualificado, na medida em que instrumentaliza o poder investigatório para frustrar decisão judicial e reabrir, indevidamente, campo de investigação já obstado nary âmbito da referida CPI."

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