Deputados de esquerda criticaram, nos bastidores, a criação do Grupo de Trabalho que vai discutir o PL da misoginia e dizem que a estratégia tem como objetivo enterrar a proposta.
Após pressão de governistas, o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), anunciou a criação do GT nesta quinta-feira (23). Quem vai coordenar o grupo é a deputada Tabata Amaral (PSB-SP).
Governistas alegam, no entanto, que a decisão de Motta é para "empurrar a pauta com a barriga" e tentar acalmar a pressão social pela pauta.
Um deputado disse, sob reserva, que se o presidente da Câmara quisesse dar andamento ao tema colocava a proposta em regime de urgência e levava o assunto ao colégio de líderes.
Motta não tem cedido às pressões após bolsonaristas criticarem o projeto. Deputados foram às redes sociais se mobilizar contra o texto.
O PL da misoginia busca criminalizar o discurso de ódio contra mulheres nas redes sociais. Ele foi aprovado em março no Senado e recebeu críticas de bolsonaristas quando chegou à Câmara.

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