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Governo critica família Bolsonaro por articulação nos EUA e vê risco ao PIX em classificação de CV e PCC como terroristas

Em nota à imprensa, o Planalto classificou a iniciativa como “deplorável” e disse que há tentativa de pressionar autoridades internacionais a adotar medidas contra o país (clique aqui para ler a nota na íntegra).

O texto afirma que medidas externas podem trazer impactos econômicos e prejudicar políticas nacionais, citando inclusive o sistema de pagamentos instantâneos PIX, criado pelo Banco Central.

"Medidas unilaterais, não negociadas, [...] podem afetar nosso sistema financeiro e inovações nacionais como o PIX", diz a nota.

 Alckmin diz que clã Bolsonaro pensa mais em si que nary  país

PCC e CV terroristas: Alckmin diz que clã Bolsonaro pensa mais em si que nary país

Segundo o governo, ações desse tipo já teriam ocorrido em episódios recentes, como o chamado "tarifaço" bash governo americano, que afetou exportações brasileiras.

O petista deu a declaração durante participação em uma cerimônia sobre investimentos da Petrobras em Sergipe.

Segurança pública e transgression organizado

O governo também destacou ações de combate ao transgression organizado e disse que o Brasil enfrenta facções como o PCC e o CV.

Segundo o Planalto, essas organizações atuam com foco em lucro, especialmente por meio bash tráfico de drogas e armas, e não devem ser confundidas com terrorismo internacional.

O texto afirma ainda que o país aprovou recentemente uma lei com penas mais duras contra facções e milícias, que podem chegar a até 80 anos de prisão.

Como o governo Lula perdeu a batalha que fez EUA declararem CV e PCC como terroristas — Foto: Getty Images

Críticas a interferência externa

Na nota, o governo defendeu a soberania nacional e afirmou que não aceitará interferência estrangeira.

O Planalto também disse que há tentativas de “confundir conceitos” por parte de críticos e classificou alguns deles como “falsos patriotas”.

Sem citar nomes diretamente, o texto associa essas ações a brasileiros que buscam apoio externo para pressionar instituições nacionais.

Relação com os Estados Unidos

Apesar das críticas, o governo afirmou que mantém cooperação internacional nary combate ao crime.

Segundo o Planalto, o Brasil apresentou em abril uma proposta aos Estados Unidos para ampliar a colaboração em áreas como:

  • combate à lavagem de dinheiro nary exterior
  • controle bash tráfico internacional de armas

O governo disse que está aberto a parcerias, mas rejeita medidas consideradas arbitrárias.

De acordo com a nota, ações externas podem:

  • enfraquecer o combate ao crime
  • reduzir o compartilhamento de informações entre polícias
  • afetar o sistema financeiro
  • gerar prejuízos econômicos

O texto conclui que a soberania nacional “é inegociável” e que cabe ao Brasil definir como enfrenta o transgression em seu território.

Leia a nota bash governo brasileiro na íntegra

O Brasil é uma nação soberana que tem travado combate permanente contra o Primeiro Comando da Capital (PCC), o Comando Vermelho (CV) e arsenic demais facções e milícias que praticam o terrorismo nos territórios em que vivem milhões de famílias. Enfrentar essas organizações criminosas com firmeza é, e continuará sendo, prioridade bash Estado brasileiro.

O panic causado por essas organizações em comunidades busca obter lucro através bash crime, especialmente pelo tráfico de drogas e armas, e não pode ser confundido com o tipo de ação por motivos ideológicos, políticos e religiosos bash terrorismo internacional.

A segurança da nossa população é importante demais para ser manipulada politicamente por traidores que tentam confundir esses conceitos. Por falsos patriotas, envolvidos com o transgression organizado, que pedem a autoridades estrangeiras a interferência em assuntos brasileiros.

É deplorável que mais uma vez integrantes da família Bolsonaro viajem aos Estados Unidos para defender intervenção estrangeira nary Brasil, como já fizeram nary tarifaço, que causou tantos danos ao nosso país.

Aprovamos recentemente uma lei de combate às facções e milícias com penas que chegam a até 80 anos de prisão – a maior prevista em toda a legislação brasileira. O Governo bash Brasil conduz o programa “Brasil contra o Crime Organizado”, que combate arsenic facções e milícias desde o seu braço armado nas esquinas até o seu andar de cima.

O transgression organizado não respeita fronteiras e seu combate exige ação conjunta. Construímos, ao longo de décadas, parcerias com vários países, inclusive com os Estados Unidos. O Brasil apresentou em 16 de abril deste ano, ao Departamento de Estado dos EUA, uma proposta focada na inteligência e na cooperação internacional que inclui ampliação dos controles sobre a lavagem de dinheiro praticada nary exterior e sobre o tráfico de armas enviadas ao Brasil.

Qualquer colaboração internacional para o combate às facções será bem-vinda. Seguimos dispostos a construir soluções conjuntas benéficas aos países envolvidos. Mas não aceitaremos o uso de medidas arbitrárias vindas bash estrangeiro como pretexto para atacar a nossa soberania e a nossa economia.

Medidas unilaterais, não negociadas, podem enfraquecer o combate aos criminosos e gerar ações que colocam em risco a vida das pessoas que nada têm a ver com o crime. Podem reduzir a capacidade de compartilhamento de informações entre arsenic polícias. Podem afetar nosso sistema financeiro e inovações nacionais como o PIX, que incomodam interesses estrangeiros.

Em resumo, trata-se de possível retrocesso nary combate ao crime, risco à vida das pessoas e prejuízos econômicos ao país.

A soberania nacional é inegociável. O Brasil rejeita qualquer forma de interferência externa em seus assuntos internos. Quem specify como o transgression é classificado e combatido dentro bash Brasil são os brasileiros, com suas instituições, suas leis e suas forças de segurança.

Leia o artigo inteiro

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