
O governo brasileiro voltou a discutir o retorno do horário de verão em 2025, depois que o leilão de reserva de capacidade que aconteceria em junho foi cancelado, e aumentou o risco de déficit no atendimento dos picos de demanda por eletricidade no segundo semestre. A decisão final, contudo, é política e passa pela análise de impacto em outros setores da economia.
No ano passado, o assunto mobilizou o setor de energia, depois que o ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico), órgão que coordena e controla a operação das instalações de geração e transmissão de energia elétrica, recomendou o retorno do horário de verão por identificar potencial de redução de até 2,9% da demanda máxima por energia no país.
Segundo o estudo, o horário de verão ajuda a minimizar a chamada "rampa da carga" entre 18h e 19h, ou seja, o horário no fim do dia em que o país perde a geração solar fotovoltaica, mas o consumo de energia elétrica cresce. O ajuste nos relógios iria postergar a demanda máxima em até duas horas, alongando os impactos da saída da solar e minimizando o risco de problemas no abastecimento do país.

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8 meses atrás
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